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  • Henrique Correia

"Jota" do PSD defende primeiro teste lá e diz que essa é solução "intermédia e equilibrada"

Bruno Melim segue, sem surpresa, o que disse Miguel Albuquerque relativamenta ao alerta para que os universitários madeirenses façam o primeiro teste no continente antes de regressarem à Madeira no Natal. Ganham tempo no isolamento


Os dois testes à Covid-19, exigidos aos estudantes universitários quando regressarem à Madeira para as férias de Natal e final de ano, têm suscitado algumas dúvidas relativamente ao período em que os jovens irão ficar em isolamento entre o primeiro e o segundo testes. Muitos poderão mesmo estender o confinamento na véspera ou até no dia de Natal, dependendo da opção de fazerem o teste na Região e da data de chegada.

O presidente do Governo Regional está consciente dessa realidade, já disse que também é pai e compreende a situação, mas também disse que "é fundamental que as pessoas cumpram este pressuposto do isolamento até ao segundo teste". E Miguel Albuquerque já disse que a solução, para encurtar esse tempo, entre o primeiro teste e o segundo, feito entre os 5º e 7º dias após a chegada, pode passar por fazer o primeiro teste no continente, nos laboratórios que têm acordos com a Região.

Hoje, Bruno Melim recentemente reeleito presidente da JSD Madeira e no âmbito de uma reunião da comissão política, saudou a preocupação que tem vindo a ser manifestada, pelas entidades regionais, quanto ao regresso, em segurança, dos estudantes à Região, no Natal, defendendo, a este propósito, uma solução “intermédia e equilibrada” que, simultaneamente, salvaguarde a saúde pública e garanta o menor período de confinamento aos jovens que se deslocam para junto das suas famílias, nesta altura”.

Segundo uma nota publicada no site social democrata, Bruno Melim defende que a dupla testagem, sendo a primeira das quais no continente e antes da viagem é “uma opção que permite corresponder a este objetivo, em vez dos estudantes realizarem os dois testes já depois de estarem na Madeira e serem obrigados a permanecer isolados durante o tempo que medeia a sua realização”.

O líder da JSD/M que, neste enquadramento, fez também questão de evidenciar o papel que os jovens podem e devem continuar a assumir no combate e contenção da pandemia na Região, num contributo que se espera reforçado pela estrutura que dirige, de modo “a que os jovens Madeirenses e Porto-Santenses possam ser, também aqui, exemplo”.


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