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  • Foto do escritorHenrique Correia

Médicos da Madeira aderem à greve nacional mas num plano mais "suave"



Região fica de fora das greves regionais e há uma explicação: "A atitude construtiva e respeitadora dos médicos que o Governo Regional tem tido e que permitiu a assinatura de Acordo com os Sindicatos".



A greve nacional dos médicos convocada para 25, 26 e 27 de julho tem a adesão dos clínicos da Madeira mas num plano global diferente de reivindicação relativamente aos profissionais do continente e dos Açores. O único ponto em comum é mesmo a atualização da grelha salarial. Nas greves regionais, a Madeira fica de fora. E mesmo na greve nacional, a adesão será "suave" em alguns casos, com soludariedade mas a trabalhar. Ou seja, há atendimento de utentes mas não recebem.

A razão desta paralisação mais "suave" dos médicos madeirenses prende-se com as negociações que na Madeira atingiram um grau de satisfação maior face ao entendimento com o Governo Regional. O Sindicato Independente dos Médicos refere que essa realidade tem a ver com "a atitude construtiva e respeitadora dos médicos que o Governo Regional tem tido e que permitiu a assinatura de Acordo com os Sindicatos".

Lídia Ferreira, secretaria regional do SIM, diz que haver "a noção de que na Região, naquilo que a autonomia assim o permite, temos tido vontade governativa e do SESARAM para avançar com todas as medidas que mostram valorização dos médicos e da saúde em geral.

Lembro o nosso AE e revisão do ACT recentemente publicado com a regularização para as 12h de horário de urgência ao invés das 18h, a simplificação do SIADAP com compromisso de já termos o início das avaliações de desempenho neste biénio e atribuição dos pontos retroactivos dos anos sem avaliação com a majoração desses nos anos pandémicos, a atribuição do incentivo de fixação de 700€ mensais nos 11 meses/ano bem como a valorização das Horas Extra a partir da 150ª hora/ano"

Lídia Ferreira acrescenta que "sempre ressalvando a valorização do que é e quem se deve valorizar, com igual peso e medida do que e quem deve ser criticado, esta classe profissional que vê a promessa de 2012 de revisão da sua grelha salarial preterida desde então, mais não lhe resta, após 13 meses de resiliência negocial, promover uma greve Nacional, como chamada de atenção quando tudo mais falhou na justa causa de actualização da Grelha salarial médica pelo Governo da República.”





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