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  • Henrique Correia

"Mais Porto Santo" quer saber se Marcelo cumpre promessa de vir quando não há "ferry"



"No verão passado, Marcelo Rebelo de Sousa pagou a viagem da TAP entre Lisboa e o Porto Santo e sentiu, no próprio bolso, o custo de viver numa ilha. Imagine se fosse passageiro frequente e tivesse um agregado familiar a viver na ilha?"



Para “animar a economia local” não basta uma visita estival, diz o Mais Porto Santo


O Movimento Mais Porto Santo veio hoje a público questionar o Chefe de Estado sobre a promessa feita em agosto de visitar a ilha em fevereiro. E recorda as palavras do próprio Marcelo: “Qualquer que seja a qualidade em que venha, em Fevereiro do ano que vem, venho cá…O que significa que, como as eleições presidenciais são em Janeiro, tenha sido candidato, tenha sido eleito, ou tenha sido candidato e não tenha sido eleito ou não tenha sido candidato, eu estou cá em princípios de Fevereiro para ver o problema das ligações”.

O “Mais Porto Santo” aguarda, assim, que o chefe de Estado cumpra a promessa para verificar a falta que faz o ferry em Janeiro e experienciar os problemas da dupla insularidade em época baixa.

O movimento de José António Castro fala em assuntos que preocupam a ilha, os transportes aéreos, a mobilidade marítima e a transferência de verbas do Orçamento do Estado para o Município do Porto Santo, assuntos que gostaria de ver abordados pelo chefe de Estado.

"No verão passado, Marcelo Rebelo de Sousa pagou a viagem da TAP entre Lisboa e o Porto Santo e sentiu, no próprio bolso, o custo de viver numa ilha. Imagine se fosse passageiro frequente e tivesse um agregado familiar a viver na ilha?"

Para o “Mais Porto Santo”, para “animar a economia local” não basta uma visita estival ou associar-se às cerimónias do 600 anos da descoberta da Madeira e Porto Santo. Nos outros 360 dias do ano, há gente que vive e trabalha na ilha. A portugalidade afirma-se no Atlântico.

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