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  • Henrique Correia

Menos contactos, mais distância, mãos lavadas e "longe" da cara, usar máscara mas ir mudando

Não podemos baixar a guarda. Mas não vamos deixar de trabalhar, não vamos deixar de ir à escola, não vamos deixar de ir ao teatro"


A diretora-geral de Saúde veio hoje, a público, lançar um conjunto de alertas para evitar a propagação da Covid-19 na população portuguesas. Mas sempre com este problema da dupla preocupação. Prevenir sem deixar de fazer algumas coisas, como ir trabalhar, ir à escola, ir ao teatro, ir à rua fazer exercício. Hoje, Portugal registou um recorde no número de mortos diários por Covid-19, 46, além de mais 2596 novos infetados. Há 2.555 internados nos cuidados intensivos.

Graça Freitas diz que há comportamentos chave que os portugueses não podem ignorar, uma vez que o principal foco da doença é de pessoa para pessoa. Por isso, disse, é evitar os contactos, contactar com o menor número de pessoas, manter a distância física de pelo menos dois metros, o ideal, lavar as mãos com frequência e evitar levá-las à cara. Usar máscara mas mudando sempre que a mesma ficar húmida.

A diretora-geral de Saúde avisa que é importante não baixar a guarda, apelou à responsabilidade, admitiu o aumento de casos nos próximos dias e disse ser importante, também, que os responsáveis pelas diferentes atividades criem condições para a alteração de comportamentos. "É importante achatarmos a curva e temos aqui uma janela de oportunidade para travar o aumento".

Relativamente às feiras, Graça Freitas diz que compreende os feirantes, mas afirma haver uma diferença em relação ao comércio tradicional no que se prende com o cumprimento das recomendações. Soube-se, mais tarde, que o Governo recuou nas feiras, que podem realizar-se.

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