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  • Henrique Correia

Mercado com novos valores das rendas; Calado quer resolver falta de mão-de-obra


Pedro Calado: "Não se pode condicionar a abertura de espaços destes por limitação de mão-de-obra, quando sabemos que há muitas pessoas à procura de emprego".



O novo presidente da Câmara está em alta e quer aproveitar o balanço, também pressionado pelas inúmeras promessas feitas. Por isso, hoje, durante a sua primeira inauguração, voltou a assumir que vai rever o valor das rendas no Mercado dos Lavradores porque, segundo disse, “nem num hotel de cinco estrelas as rendas chegam aos cinco ou seis mil euros, por mês”.

Outra preocupação manifestada pelo presidente da autarquia, como refere nota do gabinete de comunicação, "prende-se com a dificuldade de encontrar mão-de-obra para sustentar a abertura de novos negócios.

“vamos ter que trabalhar com as entidades regionais. Não se pode condicionar a abertura de espaços destes por limitação de mão-de-obra, quando sabemos que há muitas pessoas à procura de emprego. Há uma disfuncionalidade que temos de resolver entre quem investe e quem procura trabalho e quem está inscrito no Instituto de Emprego. Temos de dar um passo em frente e criar outras condições”, observa.



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