Micaela quer o doente prioritário, assim o serviço responda...
- Henrique Correia

- 17 de set. de 2025
- 2 min de leitura
Um bom princípio que as palavras reforçam, mas a realidade da prestação do serviço é que pode "desviar", às vezes.

A secretária regional da Saúde não foge um milímetro da Organização Mundial de Saúde no princípio de que
"o doente é e deve ser sempre a nossa prioridade". Um bom princípio que as palavras reforçam, mas a realidade da prestação do serviço é que pode "desviar", às vezes, quando o sistema de saúde esgota no atendimento nas urgências, nas listas de espera, nas altas problemáticas e no "overbooking" que algumas especialidades já sentem até no privado.
Micaela Freitas deixa marcas de boa intenção política e destaca "a Estratégia Regional para a Segurança do Doente 2024–2030, um instrumento que visa garantir "cuidados de saúde seguros e de qualidade, sempre e em todos os locais de prestação de cuidados de saúde". Este plano, desenvolvido pela Direção Regional da Saúde, estrutura-se em cinco eixos estratégicos que promovem a melhoria contínua dos serviços".
A governante fez um reconhecimento especial ao SESARAM e, em particular, à Comissão de Risco Global, pelo trabalho desenvolvido na gestão de risco, em harmonia com o preconizado na Estratégia Regional, e pelo empenho na melhoria contínua dos serviços prestados à população.
A secretária realçou que o esforço contínuo dos profissionais de saúde é fundamental para a resiliência do Sistema Regional de Saúde e apelou ao envolvimento de todos, reforçando que a promoção da segurança do doente depende de um esforço coletivo. Destacou também que a liderança, os recursos humanos e financeiros, e a participação de cada profissional são componentes essenciais para um Sistema de Saúde resiliente, capaz de responder eficazmente a cenários adversos", refere uma nota do gabinete de comunicação da secretaria.




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