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  • Henrique Correia

Miguel Gouveia diz que para o PSD e CDS "falou mais alto o charco político-partidário"


"Em plena crise social e económica, 115 famílias ficam com a sua vida em suspenso"


o presudente da Câmara Municipal do Funchal não ficou nada satisfeito com o sentido de voto do PSD e do CDS, hoje na Assembleia Municipal, unidos no chumbo à dissolução da empresa FrenteMar e à integração dos trabalhadores nos serviços camarários. Miguel Gouveia argumenta que que essa integração ia acontecer a 1 de janeiro de 2021 e, com este voto contra, já não vai acontecer.

Na sua página do Facebook, o líder da Autarquia "desabafa": "PSD e o CDS chumbaram hoje, em Assembleia Municipal, a dissolução da empresa Frente MarFunchal e a salvaguarda dos postos de trabalho dos 115 trabalhadores da empresa, que seriam integrados nos quadros da Câmara no próximo dia 1 de janeiro".

O presidente da Autarquia escreve que "em plena crise social e económica, 115 famílias ficam com a sua vida em suspenso porque, para o PSD e o CDS, falou mais alto o charco político-partidário, e compensa manter aberta a empresa para alimentar os seus propósitos eleitoralistas do próximo ano, usando estes trabalhadores como armas de arremesso e danos colaterais. Não pode valer tudo em política".

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