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  • Henrique Correia

Miguel Gouveia leva ao povo o que aponta como "vocação para ser autarca"


"Uma cidade faz-se de gente, e todo o nosso trabalho nasce das suas necessidades e dos seus sonhos".







O contacto com a população tem sido um dos pontos fortes de Miguel Gouveia enquanto presidente da Câmara do Funchal, propondo-se agora, pela primeira vez enquanto candidato cabeça de lista, ao voto do eleitorado, uma vez que o atual mandato ocorreu com substituição de Paulo Cafôfo, o anterior presidente que saiu para assumir candidatura nas Regionais.

Miguel Gouveia não tem as características de Paulo Cafôfo, nem a dimensão de popularidade deste aquando da mudança de comando da autarquia, mas ao longo da liderança camarária, vem demonstrando uma grande proximidade com a população e pode ter ganho um capital que lhe será muto útil nas próximas eleições autárquicas, cujos contornos deverão incidir, muito provavelmente, numa bipolarização, atendendo à forma como as duas candidaturas, de Miguel Gouveia e Pedro Calado, estão a posicionar-se no terreno. Uma bipolarização quase inevitável, para prejuízo das restantes candidaturas. O voto útil terá valor acrescido.

Recentemente, depois de assinado o acordo de coligação, a candidatura de Miguel Silva Gouveia já tem página no Facebook, que se confunde com a de presidente da Câmara, uma vez que nela constam notícias da candidatura e obras ou iniciativas da CMF, designadamente as páginas de jornais onde são publicados números, com grande frequência, sobre a gestão camarária.

Nessa página, Miguel Gouveia publicou um vídeo onde expressa, de viva voz, que "para ser autarca, é preciso ter vocação. É preciso gostar de ouvir as pessoas, as suas motivações e expetativas, os seus anseios".

Miguel Gouveia diz que "uma cidade faz-se de gente, e todo o nosso trabalho nasce das suas necessidades e dos seus sonhos. Ser autarca é uma missão que desempenhamos 24 horas por dia, 7 dias por semana. Não é uma missão fácil, mas fazemo-la com toda a dedicação e seriedade, para que todas e todos os funchalenses saibam que podem continuar a confiar em nós". Uma declaração que se situa entre a liderança da Câmara e o candidato.


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