Miguel Sousa e José Manuel Rodrigues lado a lado em debate do JPP
- Henrique Correia

- 11 de jul.
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Atualizado: 12 de jul.
O painel das 9h, que junta Miguel Sousa e José Manuel Rodrigues integra ainda Élvio Sousa, do JPP, o historiador Nelson Veríssimo e Gregório Gouveia.


Miguel Sousa sempre foi crítico relativamente a José Manuel Rodrigues e aos acordos de coligação feitos pelo PSD de Albuquerque, que conduziram o líder centrista à presidência da Assembleia. Com menos, José Manuel Rodrigues tinha mais, soube negociar do ponto de vista de fiel da balança, com "chantagem", dizia Miguel Sousa.
"Alguém conhece uma obra de José Manuel Rodrigues ? Já está em leilão para ser presidente ?..."Deram importância ao CDS quando quem faz a diferença é o JPP e o CHEGA"...O CDS é um sem abrigo porque não tem sede e serve-se do gabinete da Assembleia, e um sem votos porque não os tem". Foram algumas das publicações de Miguel Sousa ao longo dos anos.
Pois bem, não é impeditivo de convivência entre os dois, no limite estarão os dois de "pé atrás". Miguel Sousa conhece José Manuel Rodrigues e vice versa. E depois de tanto ter sido dito, num contexto em que a presidência da Assembleia foi "devolvida" ao PSD e Rodrigues é secretário da Economia, fruto de mais uma negociação a perder ainda mais votos, os dois encontram-se no dia 18 de julho e integram o mesmo painel de um debate sobre Autonomia e Revisão Constitucional, moderado pelo jornalista António Jorge Pinto. Das 9 às 13h. Um debate do JPP. Curioso.
O painel das 9h, que junta Miguel Sousa e José Manuel Rodrigues integra ainda Élvio Sousa, do JPP, o historiador Nelson Veríssimo e Gregório Gouveia.
O outro painel, das 11 30h, é composto por Filipe Sousa, Bernardo Martins, Guida Vieira, Júlia Caré e o padre José Luís Rodrigues.
Certamente que o debate ficará dominado pelas posições sobre o tema em cima da mesa e não o que pensam os intervenientes uns dos outras. Não é para aqui chamado o princípio do "diz-me com quem andas, dir-te-ei quem és". Fica para outras situações. É mais a convivência democrática das diferenças, mesmo as mais profundas e "picantes".





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