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  • Foto do escritorHenrique Correia

Miguel Sousa "surpreende" e apoia Miguel Albuquerque



Num artigo recente, no Diário, defendeu uma nova liderança "diferente da atual cúpula", disse que só assim os madeirenses saberiam que estamos perante um novo ciclo partidário. Defendeu que é preciso nova gente. No Governo e no partido.





O antigo vice presidente do Governo Regional e vice da Assembleia Regional surpreendeu tudo e todos com o apoio expresso ao recandidato à liderança do PSD Madeira Miguel Albuquerque. E a surpresa não está no apoio por si só, que seria natural num posicionamento dos militantes face às duas listas em presença, mas antes por ter sido Miguel Sousa a escrever um artigo bem recente, publicado no Diário, e sobre o qual fizemos referência neste espaço, onde militante: "Defende uma nova liderança "diferente da atual cúpula", diz que só assim os madeirenses saberão que estamos perante um novo ciclo partidário. Defende que é preciso nova gente. No Governo e no partido.

Miguel Sousa escreveu que "com a sucessão de acontecimentos das últimas semanas, dos três resta Jaime Filipe Ramos. Numa tentativa de esconder este poder, único e pessoal, o PSD passou a referir-se a uma cúpula social democrata, juntando ao líder da bancada parlamentar os presidentes dos órgãos próprios do PSD e o seu secretário-geral. Puro engano público, pois a condução da situação partidária esteve e está a cargo, unicamente, de Jaime Filipe Ramos. Todos os envolvidos aceitam a sua liderança. Poder exercido sempre com o silêncio e discrição dos que mandam na sombra e não precisam justificar. Nem precisou falar no Conselho Regional para dar as suas ordens. E eventuais opiniões. Enganem-se os que julgam não ser assim".

Miguel Sousa referiu nesse artigo que "nesta transmissão de testemunho partidário, é natural o incómodo de Jaime Filipe. Mandava desde os bastidores de Albuquerque e de Calado, agora ficou sem guarnição para dirigir na sombra. Tendo ficado só no pódio da direção social democrata, é hora de Jaime Filipe Ramos avançar para a liderança do PSD ou deixar que um novo líder assuma a liderança do partido sem tutelas de interesses que já deviam ter sido erradicados. São 50 anos de poder dinástico que culminaram com a maior humilhação possível e imaginável".

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