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  • Henrique Correia

Morreu o escultor madeirense Amândio de Sousa; Governo e Assembleia com pesar


Uma das grandes últimas obras de Amândio Sousa foi a escultura comemorativa dos 600 Anos da Descoberta do Arquipélago da Madeira, inaugurada a 1 de julho de 2020.



O Governo Regional e o seu presidente, Miguel Albuquerque, vêm manifestar o mais profundo pesar pelo falecimento, hoje, no Funchal, do escultor madeirense Amândio Sousa.

À família, o Executivo madeirense e o seu presidente endereçam as suas mais sentidas condolências pelo falecimento de um grande homem das Artes, de um homem que marcou, perenemente, a Cultura madeirense, com obras que assinalaram a história e a vivência madeirenses. Nesta hora de dor, associam-se na dor pela partida de um homem íntegro, competente e um excelente profissional, para além de madeirense de corpo e alma, defensor da Região que tanto amava.

Uma das grandes últimas obras de Amândio Sousa foi a escultura comemorativa dos 600 Anos da Descoberta do Arquipélago da Madeira, inaugurada a 1 de julho de 2020, com o nome de «Dia da Região Autónoma da Madeira e das Comunidades Madeirenses».

Outras obras de destaque foram: «Escultura Comemorativa do 1.º Jogo de Futebol na Madeira», localizada na Camacha, datada de 1969; «Trilogia dos Poderes», Assembleia Legislativa da Madeira, 1990; «Escultura Comemorativa dos 500 Anos da Fundação do Concelho de Ponta do Sol», 2001.

O presidente da Assembleia Legislativa da Madeira, José Manuel Rodrigues, manifesta o seu profundo pesar pela morte do escultor Amândio de Sousa.

O escultor, com obra marcante e de grande qualidade, tem o seu nome associado ao Parlamento da Madeira, para o qual executou a magnífica obra que está no átrio da Assembleia, a “Trilogia dos Poderes”, e que representa os três poderes: Legislativo, Executivo e Judicial.


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