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  • Henrique Correia

"Não podemos querer que a Quinta Vigia continue a ser sede partidária"


Paulo Cafôfo diz que o objetivo "é afirmar a marca do PS no poder local, assim como a defesa da autonomia do poder local".



Paulo Cafôfo não foi suave na abordagem às eleições autárquicas, numa espécie de reavivar a memória para o passado de gestão do PSD: "Não podemos querer que as câmaras municipais sejam direções regionais ou repartições do Governo Regional, que a Quinta Vigia continue a ser sede partidária onde são chamados os candidatos e são feitos os acordos partidários, num desrespeito pela instituição que é o Governo Regional ou pela sede da presidência do Governo Regional, que empresas do setor público, como a Águas e Resíduos da Madeira, sejam utilizadas como instrumentos de luta política, ou que as casas do povo substituam juntas de freguesia legitimamente eleitas”.

Cafôfo falava aquando da reunião da Comissão Política Regional do partido, onde referiu que a maior parte dos madeirenses são governados por câmaras afetas ao PS, o que “nos dá uma grande responsabilidade nos projetos que vamos apresentar”. O responsável indicou como objetivos afirmar a marca do PS no poder local, assim como a defesa da autonomia do poder local.

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