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  • Duarte Azevedo

No ténis de mesa há 'jogadores flutuantes'


Não confundir com os 'adeptos flutuantes' do futebol...


No ténis de mesa há o chamado 'jogador flutuante', situação positiva para a modalidade, o que não deve ser confundido com aquilo a que se pode chamar 'adepto flutuante' do futebol, que não é positivo para a modalidade...

No que toca ao anteriormente popular 'pingue-pongue', temos que a FPTM permite que um atleta jovem (escalões de iniciados, infantis, cadetes ou juniores), de ambos os géneros (masculinos ou femininos), possa competir simultaneamente por dois clubes nacionais diferentes durante a mesma época desportiva. Por outras palavras: nos escalões de formação joga por um clube e em seniores representa outro. É o denominado 'jogador flutuante'.

Na Madeira existem, esta época, dois atletas nestas condições: Tomás Ferreira (na foto), jovem no São Roque sénior no ACM, e Margarida Correia, jovem no CTM da Ponta de Sol e sénior no CS Marítimo. Nesta temporada atípica, ainda sem jogos, claro que o objetivo do 'flutuante' - melhorar a performance - é nulo, mas quando possível entende-se que é um factor evolutivo para o atleta.

Já o 'adepto flutuante' do futebol, entendido aqui por aquele que 'às vezes é de um clube e noutras ocasiões de outro clube', tenho para mim que é nocivo para a modalidade, sobretudo, para o 'clube (dito) menor'...

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