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  • Foto do escritorHenrique Correia

Nova sondagem coloca PS à frente do PSD mesmo "sem líder"; Chega sempre a subir




Chega é sempre a subir (16,2%) e já vale mais do dobro do Bloco de Esquerda (6,9%). Seguem-se a Iniciativa Liberal (5%), a CDU (3,2%), o PAN (2,9%), o Livre (2%) e o CDS (1,5%)".



Montenegro não quer mas pode precisar do Chega para governar.


Com um País em crise, um governo PS Aa quatro dias de entrar em gestão ecum PSD cujo líder não consegue descolar mesmo com o poder a ser "oferecido", não surpreende que o eleitorado proteste através do Chega, que continua a subir nas sondagens e já tem quase o dobro do Bloco de Esquerda.

Uma sondagem da Aximage para o DN, JN e TSF, revela que o PS-M até reforça o primeiro lugar (32,9%) com seis pontos de vantagem sobre o PSD (26,7%), que apesar de crescer ainda não o faz o suficiente para se impor.

O DN Lisboa revela que "há um partido imune ao apelo do voto útil: o Chega volta a subir (16,2%) e já vale mais do dobro do Bloco de Esquerda (6,9%). Seguem-se a Iniciativa Liberal (5%), a CDU (3,2%), o PAN (2,9%), o Livre (2%) e o CDS (1,5%)".

"Se estes resultados se replicassem nas urnas, estaríamos perante uma vitória de Pirro, porque a maioria parlamentar estaria à direita (os diferentes partidos desse bloco somam 49 pontos). Um cenário inverso ao de 2015, em que a coligação PSD/CDS, então liderada por Passos Coelho, venceu as eleições mas a maioria parlamentar estava à esquerda", lembra o mesmo jornal.

Esta sondagem mantém uma tendência de outras anteriores, a mais do que provável necessidade de uma "geringonça" à direita ou à esquerda, sendo que Luís Montenegro tem um problema para governar: os seus dois parceiros, CDS e IL, não andam pelos melhores índices. A notícia sobre a sondagem aponta que "os dois parceiros mais prováveis do PSD de Luís Montenegro não têm nesta altura as melhores perspetivas: a Iniciativa Liberal, de Rui Rocha, parece já estar a sofrer na sondagem os efeitos do voto útil e poderia aspirar, na melhor das hipóteses, a repetir o resultado das últimas legislativas (5%); enquanto o CDS de Nuno Melo não encontra a fórmula para evitar a irrelevância e ficaria com o mesmo resultado de janeiro de 2022 (1,5%) e, provavelmente, fora do Parlamento. A melhor garantia de sobrevivência dos centristas parece ser uma aliança pré-eleitoral com o PSD", sublinha o DN.

A verdade é que Montenegro pode vir a ter um problema: querer governar e precisar do Chega para o fazer. Apesar de já ter afirmado que não quer acordos com o Chega, a necessidade pode obrigar e nem seria caso virgem em função do acordo firmado nos Açores, entretanto já quebrado, o que em boa verdade não é muito abonatório. Mas como se sabe, a verdade em política pode mudar de uma hora para a outra. É como a mentira...


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