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  • henriquecorreia196

Novo hotel Pestana inaugurado segunda-feira em Câmara de Lobos


O nome - Pestana Fisherman Village - e a inspiração para este projeto estão relacionados com Ernest Hemingway, escritor americano premiado com um Nobel da Literatura e que visitou o Funchal, por algumas horas, em 1954, numa escala marítima.







Câmara de Lobos continua a reforçar um enquadramento recente de nova centralidade hoteleira, ainda que em termos turísticos constitua, desde sempre um atrativo para quem visita a Região. A zona piscatória e a imagem diferente do centro mudaram a "face". O investimento começa a surgir.

Segunda-feira, 6 de setembro, o presidente do Governo Regional inaugura, pelas 17 horas, o hotel Pestana Fisherman Village, situado na Rua São João de Deus.

O novo 4 estrelas resultou da reabilitação do “Torre Bela”, edifício propriedade da autarquia que o concessiona por 30 anos e onde funcionou, entre outros serviços, a delegação escolar e a Junta de Freguesia. Dispõe de 42 quartos/81 camas, lembra uma nota da Quinta Vigia.

Localizado no centro histórico de Câmara de Lobos, numa das ruelas principais, o hotel desenvolve-se em dois edifícios, que pela sua importância e valor da reabilitação contribui assim para recuperar, modernizar e requalificar o conjunto de edifícios em que se insere.

O novo hotel do Grupo Pestana conta com uma piscina exterior, um bar, um salão partilhado e acesso Wi-Fi gratuito. Com quartos familiares, esta propriedade também dispõe de um terraço. O alojamento providencia uma receção aberta 24 horas e um serviço de concierge para os hóspedes.




Segundo a mesma informação, o nome e a inspiração para este projeto estão relacionados com Ernest Hemingway, escritor americano premiado com um Nobel da Literatura e que visitou o Funchal, por algumas horas, em 1954, numa escala marítima. O laureado autor sempre foi apaixonado pela pesca e até dedicou uma obra à experiência vivida no mar: “O Velho e o Mar”".

Como tal, são vários os detalhes decorativos com referências a Hemmingway. Até pode ler-se nas cabeceiras das camas uma carta muito especial, redigida pelo próprio, em 1947.



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