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  • Henrique Correia

Novo secretário admite desagravamento fiscal para 2022


Rogério Gouveia define primeira fase do trabalho: "Preparar o “orçamento regional de 2022”, atender aos fundos comunitários, concretizando o Plano de Recuperação e Resiliência que à Região diz respeito, e “fechar a operação de financiamento do novo hospital da Madeira”.




O novo secretário regional das Finanças, hoje empossado perante a Comissão Permanente e os deputados do parlamento madeirense, e perante uma plateia de convidados, entre eles entidades civis e militares.

Como refere uma Pública do Parlamento,

Rogério Gouveia prometeu tudo fazer para “manter as finanças públicas equilibradas e atender às prioridades e necessidades que venham a ocorrer a cada momento”.

O novo membro do executivo liderado por Miguel Albuquerque quer dar continuidade a um “trabalho que está bem feito”, e na primeira fase do mandato vai preparar o “orçamento regional de 2022”, atender aos fundos comunitários, concretizando o Plano de Recuperação e Resiliência que à Região diz respeito, e “fechar a operação de financiamento do novo hospital da Madeira”.

A mesma nota refere que o secretário Regional das Finanças admite, já no próximo ano, “um desagravamento fiscal paulatino”, de acordo com o que já está consagrado no programa do Governo Regional. “São matérias que têm de ser decididas pelo Conselho de Governo”, disse o governante aos jornalistas. Questionado sobre os impostos que podiam baixar, adiantou que essa descida pode acontecer “eventualmente sobre os impostos que já têm sido objeto de desagravamento, e no caso do IRS ainda temos alguma margem para seguir”.

O presidente da Assembleia Legislativa da Madeira “agradeceu a dedicação à causa pública” e o “relacionamento exemplar” de Pedro Calado, “que sempre manteve” com o parlamento madeirense”.

José Manuel Rodrigues deixou ainda uma palavra de apreço ao Secretário Regional das Finanças, desejando “as maiores felicidades no desempenho do novo cargo”.


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