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  • Foto do escritorHenrique Correia

Nuno Morna sobre Sérgio: "Opiniões ou factos não devem ser menorizados"


Coordenador da Iniciativa Liberal Madeira diz que o antigo secretário regional confirmou:

1. O monopólio do porto do Funchal por um dos agentes económicos, há mais de 30 anos;

2. O quase-monopólio das obras públicas por outro dos agentes económicos;

3. Os dois principais diários amordaçados pelos empresários referidos em 1 e 2"




O coordenador da Iniciativa Liberal Madeira defendeu hoje que o conjunto de críticas que Sérgio Marques aduziu, no âmbito da comissão de inquérito "sejam factos ou opiniões, não devem ser menorizadas. Pelo contrário".

Segundo refere o líder da IL Madeira "as declarações e o tratamento que já lhes foi dado, posteriormente, vieram demonstrar à saciedade a asfixia democrática em que nos encontramos. Quem vive na RAM sente na pele os efeitos de tudo aquilo que Sérgio Marques elencou".

A Iniciativa Liberal lembra que "pudemos presenciar um acto inédito na Madeira: um ex-deputado (regional, nacional e europeu) e ex-secretário, pelo PSD-M, foi requisitado - depois de inviabilizado pela maioria PSD-CDS - a ir ao parlamento regional depor, no âmbito da Comissão de Inquérito (CI), depois de ter feito considerações graves acerca da influência do poder económico no poder político regional.".

Nuno Morna diz que "Sérgio Marques reiterou tudo o que disse ao DN no início do ano. Recordemos, pois, algumas das alegações feitas:

1. O monopólio do porto do Funchal por um dos agentes económicos, há mais de 30 anos;

2. O quase-monopólio das obras públicas por outro dos agentes económicos;

3. Os dois principais diários amordaçados pelos empresários referidos em 1 e 2;

4. A perpetuação da política do cimento por forma a agradar um grupo económico;

5. O incumprimento da promessa eleitoral que previa um ferry que estabelecia uma ligação entre a RAM e o Continente por não convir ao grupo económico citado em 1. 

Grosso modo, estes foram os pontos essenciais visados na CI. As interpelações feitas pelos partidos com assento parlamentar, cujas intervenções foram na sua maioria confrangedoras - por falta de respaldo (PSD), por falta de vergonha na cara (CDS), por falta de preparação (PS) - não trouxeram a clarificação dos assuntos-chave".



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