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Oposição vai contar "tostões eleitorais" no Funchal

  • Foto do escritor: Henrique Correia
    Henrique Correia
  • 9 de jul. de 2025
  • 1 min de leitura

João Pedro Vieira aponta desperdícios da oposição que, perante um PSD "sem projeto", "bastaria que tivesse compreendido no devido tempo que tinha o candidato certo (Miguel Silva Gouveia).



O antigo secretário-geral do PS-Madeira João Pedro Vieira defendeu hoje que a oposição tinha, para o Funchal, um bom candidato e deixou-o fugir: Miguel Silva Gouveia. Contra o que afirma ser a liderança do PSD - deixa uma cidade parada no tempo e sem projeto - "bastaria que a oposição tivesse compreendido no devido tempo que tinha o candidato certo, em vez de entreter-se com divisões e candidatos que acabarão a contar tostões eleitorais".

João Pedro Vieira escreve, em artigo publicado no Diário, que "infelizmente, o que se passa no Funchal é um mal menor perante o mal maior a que a Região parece condenada. O estado do Funchal é o reflexo do que se passa na Madeira: uma Região sem liderança política clara, sem alternativa partidária sólida e sem sociedade civil ativa. O que se passou com Eduardo Jesus na Assembleia Legislativa Regional, noutro sítio qualquer teria sido motivo mais do que suficiente para despertar um qualquer sobressalto cívico que levasse à sua demissão imediata. Como é da Madeira que falamos, nada se passou e nada se passará. Por mais grave que algumas coisas sejam, tudo acaba por parecer irrelevante e inconsequente. À Madeira já não sobra nem uma ideia de futuro, nem um fogacho de esperança que se acenda com novos protagonistas. Resta o derrotismo e pessimismo de quem se condena a si mesmo ao fatalismo do estado de sítio a que chegámos, sem mudanças".

 
 
 

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