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  • Foto do escritorHenrique Correia

PAN avisa desde Lisboa: não é carta branca nem ao PSD-M nem ao Dr. Albuquerque



Condições: Taxa Turística, o Passe-Saúde para os Porto-Santenses, vacinas gratuitas para os animais, apoio à esterilização de animais, atualização dos apoios às rendas de casas, ou a proteção da Laurissilva.





"A Comissão Política Nacional do PAN aprovou quarta-feira à noite "a ratificação, por uma ampla maioria, do "acordo de incidência parlamentar" celebrado com o PSD na Madeira". Foi assim que o partido liderado por Inês Sousa Real deu conta da decisão tomada depois dos anúncios públicos de concretização desse acordo que dá a maioria absoluta à coligação PSD/CDS. O texto é claro, o acordo foi estabelecido com o PSD-M.

Mas atenção, o PAN dá um sinal de alerta para quem tem dúvidas sobre o papel do partido neste acordo e na atividade parlamentar: "Foi reforçado pelo partido que este acordo não é dar carta branca ao PSD Madeira ou ao Dr. Miguel Albuquerque, mas antes defender o cumprimento das propostas que foram apresentadas durante a campanha eleitoral. Propostas essas que passam pela regulamentação do turismo e implementação da Taxa Turística, o Passe-Saúde para os Porto-Santenses, vacinas gratuitas para os animais, apoio à esterilização de animais, atualização dos apoios às rendas de casas, ou a proteção da Laurissilva, entre outros".

Num comunicado emitido no final da reunião, o PAN refere que "este acordo de incidência parlamentar é uma oportunidade histórica para introduzir as causas e valores do partido na governação regional, contribuindo, assim, para melhorar a qualidade de vida das pessoas, numa Madeira onde a proteção animal seja uma realidade e a proteção ambiental não seja apenas um agitar de bandeira. Este acordo demonstra ainda um enorme sentido de responsabilidade para garantir aos e às madeirenses e portossantenses que confiaram o seu voto no PAN que irá trabalhar afincadamente para levar a cabo o que propôs na campanha eleitoral. O PAN garante que irá acompanhar de perto o desenvolvimento deste acordo e garantir que ele reflita os interesses e preocupações das causas PAN".

O PAN assume "uma forma de estar na política responsável, concretizando uma nova etapa na política regional, com determinação para fazer a diferença. O voto no PAN fez a diferença, e com o apoio das pessoas compromete-se a trabalhar incansavelmente para cumprir os compromissos assumidos e causar um impacto positivo na vida dos madeirenses e portossantenses".

O comunicado do PAN não faz qualquer referência ao diferendo que opõe o partido ao porta voz da estrutura regional Joaquim Sousa, que admitiu se demitir se Inês Sousa Real não se pronunciasse sobre o que considerou um desrespeito pelos militantes da Madeira pelo facto da comissão política regional não ter reunido para analisar o acordo.


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