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  • Henrique Correia

Para acabar é com as parvoíces, não com o recolher; empresário multado


Miguel Albuquerque firme: "Não vai acabar nada, nem a hora de encerramento dos bares, nem o recolher obrigatório".




Miguel Albuquerque não dá um milímetro e mantém-se firme nas medidas de contenção da Covid-19. Não vai acabar nada, nem a hora de encerramento dos bares, nem o recolher obrigatório. "É preciso evitar ajuntamentos e as parvoíces dos últimos dias", referindo-se a situações ocorridas nas noites do Funchal e do Porto Santo.

A ilha dourada, que tem 83% da população vacinada com a primeira dose, é motivo de preocupação. Primeiro, pelos 7 casos positivos de ontem, que "atiraram" o concelho para o risco elevado, com duas cadeias de transmissão e 15 casos ativos. Depois, preocupação, também, pelos ajuntamentos, na noite e na praia, situações que exigem muita recomendação. O presidente do Governo revela firmeza na atuação, diz que "os empresários têm cumprido, na generalidade. Menos um, que já foi multado".

Por isso, e por muito mais, Miguel Albuquerque pede cuidados redobrados. Entende que "a malta nova gosta de se divertir, mas é preciso manter regras para não termos a proliferação da doença. Temos a situação controlada, a capacidade do SESARAM não está em causa, não temos internados nos cuidados intensivos, mas é importante estarmos atentos".

As declarações de Albuquerque foram proferidas à margem da visita a uma unidade de Turismo Rural, a Casa de Campo Sea Pearl – Rural Holiday Experience, no Paul do Mar. Trata-se de um investimento do casal Henrique e Dércia Pereira, que contou com o apoio do FEADER e do Governo Regional, através do PRODERAM.

A unidade tem quatro quartos, divididos entre a casa-mãe (3) e um antigo palheiro (um), espaços que foram devidamente recuperados e adaptados às suas novas funções.


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