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  • Henrique Correia

Partido unido jamais será vencido, foi a ideia passada por Albuquerque em Santana


“Quando o nosso Partido está unido e mobilizado, conseguimos vencer todas as Eleições".



Miguel Albuquerque, líder do PSD Madeira, anda a falar com as bases e foi em Santana, no quarto encontro deste género, que deixou uma mensagem que, no essencial, corresponde a uma canção importada dos tempos revolucionários do Chile, que serviu e ainda serve de slogan nas manifestações depois de abril de 74 em Portugal - O povo unido jamais será vencido.

Claro que não há qualquer revolução no PSD Madeira, mas há divergências e alguma "guerra fria" que vem desde a transição jardinista. Daí a mensagem de Albuquerque: “Quando o nosso Partido está unido e mobilizado, conseguimos vencer todas as Eleições”.

O líder diz que "é assim que temos de continuar a trabalhar, focados nos objetivos políticos que, neste momento, temos todas as condições para atingir”.

Estes encontros visam destacar e agradecer "o excelente trabalho realizado durante as Autárquicas e a unidade conseguida, numa mobilização que se deseja reforçada, desde já e rumo à vitória desejada nas Legislativas antecipadas de 30 de janeiro", refere uma nota publicada no site do PSD-M.

“Temos trabalhado muito bem, conseguimos mais uma vitória eleitoral - depois das europeias, regionais e legislativas de 2019, sendo que, no caso do concelho de Santana, é de destacar o aumento da votação, a recuperação da Junta de São Jorge e o facto do PSD ter sido a preferência dos mais jovens - e agora é tempo de reforçarmos a nossa união e mobilização para a vitória nas Legislativas, que temos todas as condições para vencer”, disse, na ocasião, Albuquerque, reiterando a sua proposta de avançar numa solução conjunta à Assembleia da República, proposta essa que irá apresentar a 20 de novembro, no Conselho Regional do PSD/Madeira, a ter lugar no Porto Moniz.

“O nosso grande objetivo é termos uma representação parlamentar em Lisboa que nos dê mais força e consistência na defesa da Madeira e que nos permita resolver os diversos dossiês que se encontram pendentes há seis anos”, disse, a este propósito, aludindo a vários exemplos de discriminação e de falta de responsabilidade e competência do Estado para com a Região.

Já sobre as eleições internas para a direção nacional do Partido, que decorrem a 27 de novembro, Albuquerque insistiu que todos os Militantes são livres para decidir em quem votar e reiterou que, ao seu lado, o Secretário-geral José Prada e o Líder parlamentar Jaime Filipe Ramos não tomarão qualquer posição, até para salvaguardar a unidade do Partido.

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