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Prada foi aos Açores defender unidade das ilhas contra Estado centralizador

  • Foto do escritor: Henrique Correia
    Henrique Correia
  • 17 de jul. de 2022
  • 1 min de leitura

Secretário-geral do PSD-Madeira considera "inaceitável que a Madeira e os Açores sejam impedidos de se pronunciar sobre a gestão do seu próprio espaço marítimo”.




Em representação do Presidente do PSD/M, Miguel Albuquerque, o secretário-geral José Prada marcou hoje presença na sessão de encerramento do 25.º Congresso Regional do PSD/Açores, que teve lugar no Pavilhão do Mar, em Ponta Delgada.

Foi ali que Prada apontou a Revisão da Lei das Finanças Regionais como "apenas um dos vários dossiês que a Madeira e os Açores devem “trabalhar em conjunto”, defendendo o aproveitamento das boas relações entre entre os Governos Regionais da Madeira e dos Açores e os seus respetivos Grupos Parlamentares eleitos.

Prada disse que o trabalho conjunto "é da maior importância para que, em matérias como a revisão da Lei das Finanças Regionais e da Revisão Constitucional - entre muitos outros dossiês - a Madeira e os Açores tenham mais força e maior capacidade de reivindicação “junto de um Estado que ainda hoje se mantém, infelizmente, centralizador e pouco esclarecido” quanto à valorização das suas Regiões Autónomas".

“Ainda nesta semana assistimos a mais um triste exemplo desta postura centralista e a uma total insensibilidade e falta de respeito perante aqueles que são os direitos fundamentais dos povos insulares, designadamente no que toca à Lei do Mar” disse, a este propósito, José Prada, frisando não ser compreensível nem aceitável “que a Madeira e os Açores sejam impedidos de se pronunciar sobre a gestão do seu próprio espaço marítimo”, decisão que representa “um claro ataque à Autonomia que defendemos e ao seu aprofundamento futuro”.

 
 
 

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