Procurador vai proteger cidadãos nas denúncias anónimas
- Henrique Correia

- 21 de jun.
- 1 min de leitura
Amadeu Guerra veio à Madeira em silêncio e, por isso, não falou nos processos envolvendo Albuquerque e Calado. Mas parece estar já a cumprir uma nova comunicação que promete adotar para com os media.

O Procurador-geral da República veio à Madeira e ficou em silêncio depois da audiência com o Representante da República. Amadeu Guerra entrou e saiu sem falar, mas viveu uma semana intensa a nível nacional.
Recentemente no cargo, o Procurador-geral foi alvo de notícia por ter chamado a PJ à investigação no caso da Spinoviva, a empresa de Luís Montenegro. Isto na semana em que foi arquivada a averiguação preventiva a Pedro Nuno Santos.
Como não falou, relativamente ao caso envolvendo Miguel Albuquerque, arguido, e três ex-secretários, além de Pedro Calado, Custódio Correia e Avelino Farinha, também ficou tudo no ar quanto ao andamento das investigações. Mas uma coisa parece estar na forja, uma alteração de comunicação das investigações para os media.
Amadeu Guerra, como refere o ECO, esclarece que "uma pessoa tem uma denúncia anónima e tem logo uma exploração mediática dessa situação, o que é que se ganha com isso? Portanto, temos que refletir e temos que encontrar soluções. Não é a minha ideia, fechar-me à comunicação social, mas também tenho que defender os cidadãos que muitas vezes são atacados na comunicação social por situações que são irreais”.
Refere que "temos que tomar algumas medidas para evitar que se faça especulação jornalística e especulação contra os cidadãos. Temos que os proteger”, acrescentou".





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