Proteção Civil vai testar o Plano de Emergência
- Henrique Correia

- 9 de jun.
- 2 min de leitura
Cenário fictício de acidente grave na Zona Franca Industrial, envolvendo substâncias perigosas.

O Serviço Regional de Proteção Civil, IP-RAM (SRPC, IP-RAM) vai testar, setorialmente, no próximo dia
11 de junho, o respetivo Plano Regional de Emergência de Proteção Civil da Região Autónoma da Madeira, com base num cenário fictício de acidente grave na Zona Franca Industrial,
envolvendo substâncias perigosas.
O Exercício regional ‘PROCIVRAM_26.4’ tem como principal finalidade testar a componente da resposta das estruturas e Agentes de Proteção Civil da Região no âmbito da Área de Intervenção de Evacuação e/ou Confinamento, do PREPC RAM, a par do simulacro, organizado pela Companhia Logística deCombustíveis da Madeira (CLCM) e pela Sociedade de Desenvolvimento da Madeira (SDM), que visa testar as Medidas de Autoproteção da Zona Franca Industrial e o Plano de Emergência Externo do Parque de Armazenagem de Combustíveis do Caniçal.
No terreno, na modalidade Live Exercise - LIVEX (com movimentação de meios reais), os recursos internos serão levados a responder a uma libertação de líquido combustível, seguido de explosão, com evolução para as áreas expostas, exigindo a articulação com os meios de reforço externos das forças do Sistema Integrado de Operações de Proteção e Socorro.
Em paralelo, no Comando Regional de Operações de Socorro (CROS) será realizado um exercício de
coordenação/posto de comando, na modalidade de Command Post Exercise - CPX, focado na evacuação e/ou confinamento da população. Pretende-se com esta componente avaliar os mecanismos de coordenação entre as várias entidades intervenientes e os municípios, bem como a eficácia dos procedimentos destinados à proteção da iniciativa contará com mais de 100 participantes e diversos meios técnicos do SRPC, IP-RAM, estruturas municipais de proteção civil, corpos de bombeiros e cruz vermelha, forças e serviços de
segurança, serviços de saúde e de emergência médica, autoridades marítima, portuária e do ambiente,
segurança social, institutos públicos e direções regionais, bem como empresas públicas e privadas.
Esta será uma oportunidade de testar a articulação entre as entidades com responsabilidade no planeamento, resposta/socorro e assistência, bem como a reposição da normalidade, de forma areforçar a resiliência coletiva em caso de acidente grave.



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