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  • Foto do escritorHenrique Correia

"Prova de fogo" nos Acores: ou novas eleições ou segundo Orçamento



O chumbo do Orçamento é o resultado mais certo depois do deputado da Iniciativa Liberal e o ex-Chega, agora independente, Carlos Furtado.


Madeira e Açores recorreram a acordos para viabilização dos respetivos Governos. Mas Bolieiro está com problemas sérios.


O Presidente da República está preparado para ouvir os partidos com assento parlamentar nos Açores, a partir da próxima segunda-feira se o Orçamento Regional for chumbado amanhã, quinta-feira, como é o mais provável, com o Chega a romper o acordo com o PSD para a viabilização do Governo.

Praticamente todos os partidos defendem eleições antecipadas, mas Marcelo Rebelo de Sousa pode adotar outra solução: dar uma segunda oportunidade de entendimento propondo um segundo Orçamento, após o qual iria para a dissolução do Parlamento se o cenário for o mesmo, ou seja o chumbo. O Governo de José Manuel Bolieiro teria três meses para fazer esse segundo orçamento.

A proposta de Orçamento do Estado para 2024 que prevê que os Açores vão receber cerca de 315 milhões de euros em 2024, ao abrigo da Lei das Finanças das Regiões Autónomas, mais 26,2 milhões do que em 2023.

A IL (deputado único Nuno Barata) e o deputado independente ex-Chega Carlos Furtado denunciaram os acordos escritos que sustentavam o Governo Regional.

os Partidos da coligação e apoio parlamentar representam, agora, 27 deputados, enquanto a esquerda soma 28.


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