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  • Henrique Correia

PSD critica em Machico e não diz nada no Porto Santo; "Bem prega Frei Tomás", diz Castro


Movimento Mais Porto Santo defende um Plano de Recuperação e Resiliência à escala local



É curiosa a posição do Movimento Mais Porto Santo relativamente aos apoios, localmente falando, que deveriam resultar, em sua opinião, de um "Plano de Recuperação e Resiliência" à escala local.

Aponta o dedo ao PSD, que critica a Câmara de Machico e não faz o mesmo no Porto Santo. Claro que aquilo que Castro quis dizer foi que o PSD faz críticas em Machico, com Câmara PS, e não faz o mesmo no Porto Santo, com Câmara PSD.

José António Castro lembra que "o PSD de Machico veio recentemente a público dizer que a Câmara local podia e devia fazer mais e melhor pelo comércio local. Consideraram os social-democratas que “não é somente com máscaras e desinfectante” que se ajudam as pequenas e médias empresas do concelho.

O Mais Porto Santo subscreve esta reivindicação do PSD de Machico e só lamenta que essa mesma exigência não seja feita pelo PSD do Porto Santo à autarquia da ilha dourada. “Bem prega Frei Tomás!”.

Entre outras reivindicações, o Mais Porto Santo sugeriu medidas de apoio por parte da autarquia, com maior insistência neste período pandémico: "Sugerimos, no imediato, a isenção aos comerciantes de todas as taxas previstas nos regulamentos municipais. Sugerimos a suspensão da aplicação do Regulamento de Taxas, Compensações e Tarifas do Município do Porto Santo pelo período de 6 meses. Sugerimos, até, que a autarquia complementasse o valor não coberto por funcionários camarários que são obrigados a ficar em casa por causa da pandemia".

A par de outras sugestões ao Governo Regional, o movinento sugeriu à Câmara "a suspensão da cobrança nos parquímetros em todo o concelho; a criação de um regulamento municipal de apoio às empresas, à semelhança da Ribeira Brava e de Santana; a criação de uma “bolsa de formação” na Câmara Municipal para apoiar desempregados e trabalhadores sazonais; o pagamento das mensalidades nas creches e jardins de infância; a concessão de Voucher’s anuais no valor de 100,00€ (cem euros) para a compra de Manuais e Materiais Escolares; a compra de tablets e hotspots para constituir uma bolsa a disponibilizar aos alunos; o pagamento de propinas aos estudantes universitários portossantenses..."

É pouco que a Câmara fez. Por isso, José António Castro defende que "há condições para a Câmara do Porto Santo ter um fundo financeiro de apoio ao comércio local (fundo de apoio à economia), na senda do Plano de Recuperação e Resiliência regional e nacional. Um fundo financiado com verbas de iniciativas entretanto canceladas pela pandemia e, eventualmente, com recurso a candidaturas regionais, nacionais e comunitárias enquadradas na chamada “bazuca europeia”.




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