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  • Henrique Correia

PSD lamenta voto contra do PS de solidariedade com as vítimas de violência doméstica


PS votou contra o apoio e solidariedade às vítimas, em especial às vítimas de violência doméstica, numa Assembleia Municipal em que a maioria das propostas foi aprovada por unanimidade


Uma informação hoje veiculada pelo PSD dá conta que a na sessão ordinária da Assembleia Municipal do Porto Santo, que decorreu esta semana, os representantes do PSD apresentaram um Voto de Protesto pela atuação do vereador Filipe Menezes de Oliveira e pela sua total falta de solidariedade para com a vereadora Independente do atual Executivo, que atravessa um grave momento de fragilidade pessoal. Uma falta de solidariedade que o PSD lamenta, aludindo ao facto de, aquando do seu mandato, Filipe Menezes, “também ter perseguido a sua vice-Presidente até ao ponto de esta resignar”.

Também foi recordada, neste enquadramento, a recente posição das “Mulheres Socialistas” relativamente aos últimos acontecimentos, onde não se revêm em declarações que fragilizam vítimas de violência doméstica.

“Há claramente aqui um padrão de menorização do papel das mulheres, das senhoras Vereadoras e do seu desempenho na política, perpetrada por Menezes de Oliveira”, afirmam os Social-democratas, que repudiam esta falta de solidariedade e se afirmam ao lado todas as vítimas de violência, em especial a violência doméstica, reiterando “que o combate à violência e a defesa dos direitos humanos não são nem devem ser apenas de algumas pessoas ou partidos, mas sim de todos nós, em especial os eleitos pelo povo”.

O Voto de Protesto apresentado foi aprovado com os votos favoráveis do PSD e Movimento Mais Porto Santo, sendo que o deputado Independente se absteve e o PS votou contra. “Fica claro e explícito que o PS Porto Santo, onde é liderado localmente por Teresa Leão, coloca-se contra as mulheres socialistas ao não se solidarizar com as vítimas, em especial Vítimas de Violência doméstica, e coloca-se ao lado de quem não só as desrespeita bem como desconhece a lei e lhes quer retirar direitos adquiridos e protegidos por lei”, rematam.

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