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  • Henrique Correia

Regime fiscal do CINM fora do Orçamento de Estado gera indignação na ACIF


Jorge Veiga França: "Partilho este grito nobre e muito claro de um guerreiro, profissional do CINM como milhares de outros"


A Direção da ACIF-CCIM e a Mesa do Centro Internacional de Negócios da Madeira – Serviços expressaram, em comunicado enviado aos associadis, "a sua enorme preocupação bem como a sua incompreensão pelo facto da prorrogação do regime fiscal em vigor no âmbito do CINM - Centro Internacional de Negócios da Madeira – o regime IV - não estar consagrada no Orçamento do Estado para 2021, apesar do consentimento expresso por Bruxelas há mais de quatro meses"

Acrescenta o texto que " a Direção da ACIF-CCIM e a Mesa do CINM Serviços têm perfeita consciência do problema gravíssimo que poderá ser levantado ao nível da manutenção dos milhares de postos de trabalho que dependem da prorrogação deste Regime e, também das imensas famílias que dele dependem, agravando os problemas socioeconómicos já existentes na Região por conta da Pandemia  COVID-19".

"Cabe aos Responsáveis Políticos deste nosso País zelar pelo interesse dos cidadãos, e tudo será feito para apurar responsabilidades, caso não se consiga ultrapassar esta situação".

Entretanto, o presidente da ACIF também já veio a público, na sua página do Facebook, lamentar, sublinhando ser "com uma grande carga de tristeza e um certo desalento, mas ainda com uma ténue esperança de que alguém sábio de entre as fileiras do poder velará no sentido de se corrigir a postura, ou antes a incompreensível inércia atual do executivo português face a um instrumento de diversificação e de desenvolvimento económicos desta região e de internacionalização da Madeira e do País do qual dependem milhares de empregos diretos e indiretos, a tempo de vermos consagrada a preconizada medida a 26 de Dezembro na lei do OE de 2021 ou, alternativamente, em lei discutida e aprovada antes disso em plenário da AR, partilho este grito nobre e muito claro de um guerreiro, profissional do CINM como milhares de outros, que em desespero de causa o expele bem alto como se, em derradeira tentativa, o exprimisse com a vã esperança de não passá-lo à história como um autêntico grito do cisne!"

"Porque me parece expressar o sentimento que ora vai na alma de muitos outros trabalhadores do CINM, mas não só, decidi partilhá-lo com os meus amigos", finaliza Jorge Veiga França.

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