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  • Foto do escritorHenrique Correia

Representante defende o Palácio como espaço de Cultura




Ireneu Barreto relevou a exposição “A Sala da Senhora” da pintora madeirense Filipa Venâncio.





O Representante da República para a Madeira relevou hoje a exposição “A Sala da Senhora” da pintora madeirense Filipa Venâncio, patente no Palácio de São Lourenço.

"Esta proposta, para além do seu mérito próprio, veio ao encontro de um propósito que me tem acompanhado desde que aqui cheguei, em 2011: o de abrir o Palácio de São Lourenço à fruição de madeirenses e visitantes, não apenas através das visitas, mas através de debates, conferências e eventos de artes plásticas e performativas", referiu Ireneu Barreto.

O Representante não tem o intuito de fazer do Palácio um centro cultural ou pretender que ele se substitua aos existentes, mas de assumi-lo como um espaço que é – e foi - também de cultura. "Recordemos que em meados do séc. XIX, se instalou neste Palácio o primeiro museu e se realizou a primeira exposição que a Madeira teve, e que no séc. XX o Salão Nobre acolheu os saraus da Sociedade de Concertos da Madeira.

Ao longo destes anos, temos prosseguido essa abertura à cultura a que me propus, e novamente hoje acolhemos de forma especial esta exposição em que as telas de Filipa Venâncio dialogam com os salões do Palácio, que ficará patente até novembro, integrada no percurso que é diariamente acedido por residentes e por visitantes nacionais e estrangeiros.

É com muito gosto que felicito a pintora Filipa Venâncio por mais esta exposição no seu já longo percurso artístico, na qual, como afirma, que se deixou “seduzir” pelo Palácio de São Lourenço".


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