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Representante diz que o conhecimento leva a povos sábios

  • Foto do escritor: Henrique Correia
    Henrique Correia
  • 7 de jun. de 2025
  • 2 min de leitura


Ireneu Barreto entregou prémios literários do concurso do Dia de Portugal.





O Representante da República para a Regiãoinstituiu em 2013 o concurso

literário “Dia de Portugal, de Camões e das Comunidades Portuguesas”, com o objetivo de associar as gerações mais novas às comemorações do dia 10 de junho. Este ano, o júri de avaliação, designado pelo Representante e constituído pelos escritores Graça Maria Nóbrega Alves e Agostinho Lídio Gonçalves Araújo e pela professora Liliana Gonçalves Martins, deliberou atribuir a seguinte classificação:


1.º Prémio – Mateus Paulo Spínola Gouveia, aluno do 10.º Ano

da Escola da APEL


2.º Prémio – Santiago da Silva Fernandes, aluno do 9.º Ano do

Colégio de Santa Teresinha

3.º Prémio – Nádia Maria Freitas Ornelas, aluna do 12.º Ano

da Escola Básica e Secundária Bispo D. Manuel Ferreira Cabral

Na intervenção sobre o tema, Ireneu Barreto disse que "é pelo conhecimento que nos aproximamos uns dos outros. Quanto mais sábios forem os povos, menos conflitos existirão, maior será a compreensão, a aceitação da diferença, a criação da riqueza e a sua distribuição.

Assim, cada um de nós – em particular os mais jovens, que têm todo o futuro pela frente – deve tomar em mãos a tarefa de se engrandecer pela dedicação e esforço! Essa contínua busca pode ser o nosso contributo para um Mundo melhor".

O Representante disse sentir "um enorme orgulho. Não por mim, mas pelo talento com que vós, os candidatos aos prémios, sempre demonstraram. Este ano não é exceção.

Com efeito, a escrita é o exercício da criatividade, a expressão de sentimentos e mundividências, uma marca que deixamos e oferecemos.

Particularmente, sinto profundo entusiasmo por verificar que jovens como vós têm a capacidade de, a partir de textos que agregam criatividade, conhecimento e sentido crítico, escrever literariamente sobre um tema que é, em simultâneo, histórico, cultural, social e político. Não é nada fácil e consiste em muito mais do que uma inspiração ou uma predisposição.

Caras Alunas e Caros Alunos,

Hoje o dia é vosso, sois vós o centro das nossas atenções. Mas permitam-me umas breves palavras.

Por que razão começamos esta iniciativa? Por que razão não desistimos da mesma? Em primeiro lugar, porque estou convencido de que estamos a dar um contributo, por pequenino que seja, à excelência escolar.

Ser bom aluno deve ser um objetivo de todos. E notem, ser um bom aluno, não é necessariamente ser o melhor aluno. É, simplesmente, darmos o melhor de nós a cada disciplina.

Uns terão mais jeito para as Humanidades, outros para as Ciências, para as Artes e outras áreas. Mas em cada aula e em cada disciplina devemos dar o nosso melhor. No entanto, temos também de estarmos conscientes da importância de nos integrarmos e de termos empatia para com os outros. O conhecimento hoje deve necessariamente ser acompanhado de outras competências, que rumam à integração, à comunicação, ao espírito de equipa.

Pode parecer que dá demasiado trabalho, ou até que não vale a pena.

Nada mais errado! Todos os estudos desenvolvidos neste campo indicam que uma melhor formação corresponde, no futuro, a uma melhor realização pessoal, traduzida numa vida profissional compensadora".





 
 
 

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