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  • Foto do escritorHenrique Correia

Rodrigues reafirma subordinação do económico e financeiro ao poder político



"A regulação da informação ou desinformação que circula no ciberespaço e nas redes sociais tem de ser feita".



O presidente da Assembleia Legislativa Regional foi ao congresso dos juízes portugueses, que decorre na Região, apontar o "clima de suspeição que varre as nossas sociedades, alimentado por violações do segredo de justiça e acertos de contas entre política e justiça, que corrói a confiança da sociedade nos seus dirigentes e põe em causa a Democracia".

José Manuel Rodrigues voltou a trazer para debate o que vem defendendo, ou seja

"a subordinação dos poderes económico e financeiro ao poder político tem de ser acentuada e reforçada, obviamente sem pôr em causa a desejável colaboração para o crescimento e desenvolvimento das

comunidades. É nosso dever pugnar para que, de forma harmoniosa, o Bem Comum se

sobreponha a qualquer interesse particular.

Como ideal coletivo que é, o Bem Comum, antes de qualquer definição que o densifique, há de espelhar a ação dos indivíduos, de cada um, para alcançar um benefício maior e transversal à comunidade".

O líder do Parlamento disse que "essa dialética de ação entre a esfera individual e a esfera coletiva não prospera sem uma base sólida de Educação e Formação individual da

Cidadania, não abdicando nunca de o fazer em ambiente de liberdade de pensamento e de expressão, fortalecendo, assim, no presente, a sociedade do futuro.

O respeito por cada um e a empatia com as diferenças deverão nortear a consciência cívica, depositada no contributo individual que realiza o próprio e beneficia o conjunto dos demais indivíduos".

Outro tema que José Manuel Rodrigues traz com frequência, e voltou a fazê-lo, prende-se com o entendimento do que é comunicação social de referência:

"Precisamos de reforçar os freios e contra freios das nossas Democracias, e, neste âmbito, importa recuperar o papel essencial da comunicação social de referência, cujo poder e intervenção foram gravemente reduzidos com o aparecimento das redes sociais, para que possamos ter uma informação verdadeira e imparcial, que ajude a formar cidadãos esclarecidos.

A regulação da informação ou desinformação que circula no ciberespaço e nas redes sociais tem de ser feita, sob pena de, em nome das liberdades individuais, estarmos a matar a Liberdade e a Democracia.

Não podemos ter sistemas políticos e de justiça com mecanismos e instrumentos do século passado a governar e a julgar em sociedades altamente tecnológicas e digitalizadas do século XXI"

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