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  • Foto do escritorHenrique Correia

Sérgio Gonçalves reafirma PS alternativa na Madeira com António Costa a ouvir




Madeira beneficiou com várias medidas do Governo da República, lembrou o líder do PS-M.




O líder do PS Madeira, Sérgio Gonçalves, assegurou que só o Partido Socialista "é capaz de concretizar a necessária mudança governativa na Região e melhorar a vida dos madeirenses", deixando críticas ao PSD e ao CDS, que "estão disponíveis para trair os madeirenses apenas para se manterem no poder".

Discursando no jantar integrado nas Jornadas Parlamentares do PS, que contou com a presença de António Costa, secretário-geral do partido e primeiro-ministro, o líder dos socialistas madeirenses disse que só o PS está em condições de ser a alternativa e o fator de mudança tão necessário à Região, prometendo um Governo que saiba defender os interesses regionais, de forma consequente e com eficácia, respondendo aos problemas no emprego, na saúde, na educação, na habitação e na coesão social. “Estamos aqui para responder aos problemas, para ser parte das soluções, ao lado das pessoas”,

Sérgio Gonçalves apontou algumas das suas prioridades, a começar pela Saúde, onde as listas de espera (que atingem os 120 mil atos médicos) duplicaram desde que Miguel Albuquerque tomou posse.

Sobre impostos, quer baixar aplicando o diferencial fiscal de 30% em todos os escalões de IRS e no IVA, que descerá de 22 para 16%, de 12 para 9% e de 5 para 4%.

A Educação será também uma das apostas, com Sérgio Gonçalves a prometer manuais escolares, transporte e alimentação gratuitos para todos os alunos até ao 12.º ano. Assumiu ainda o compromisso de celebrar um contrato-programa para apoiar a Universidade da Madeira em três milhões de euros anuais.

Na sua alocução, Sérgio Gonçalves elencou ainda várias soluções que beneficiam também a Madeira, que resultam de medidas implementadas pelo Governo da República e não pelo Executivo insular. Como exemplos, apontou o aumento do salário mínimo, de 515 euros em 2015 para 785 euros em 2023 (destes 270 euros, apenas 15 foram da responsabilidade do Governo Regional), o descongelamento e atualização das pensões, o reforço do abono de família, o cofinanciamento de 50% do novo Hospital da Madeira, o descongelamento das carreiras da administração pública e assinatura do acordo de concertação social que permitirá aumentar os salários até 2026, e o facto de a Madeira receber 5% do total do Plano de Recuperação e Resiliência, quando representa 2,5% da população nacional.

De destacar ainda que será construída uma residência universitária em São Roque e remodelada a do Funchal, que serão remodelados os tribunais, que já foram adjudicadas as obras de construção das esquadras da Ponta do Sol e de Santa Cruz e que os efetivos da PSP serão reforçados.

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