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  • Henrique Correia

Saúde é um "falhanço" para o JPP; secretário admite que pandemia interrompeu ciclo



"20.465 atos cirúrgicos em lista de espera e nas consultas médicas prioritárias, apenas 48% dos utentes foram atendidos"



O Juntos Pelo Povo fez as contas e no debate potestivo de hoje, na Assembleia Regional, revelou que há “20.465 atos cirúrgicos em lista de espera” e nas “consultas médicas prioritárias, apenas 48% dos utentes foram atendidos”. O suficiente para classificar a política de saúde como “falhanço”, e afirmar que “os problemas do SESARAM não surgiram com a pandemia”.

O secretário regional de Saúde e Proteção Civil esteve presente e lembrou que “o Serviço Regional de Saúde (SRS) não negligenciou esta pandemia”. Admitiu que “a pandemia veio interromper um pouco este ciclo novo, que iniciamos há alguns anos (45) e colocou à prova o nosso SRS, mas os seus profissionais souberam dar resposta”, refere uma nota publicada na página "Mais Parlamento".

Pedro Ramos lembrou que “reorganizamos a nossa resposta, de modo a manter dentro do possível a acessibilidade segura, o diagnostico sempre que necessário imediato, o tratamento das situações urgentes e emergentes, o acompanhamento durante a recuperação e reinserção social adicionando sempre uma vertente de sensibilização e educação para a COVID informando acerca dos cuidados que teriam de continuar a ter os nossos cidadãos apos a sua recuperação, e os seus familiares”, explicou Pedro Ramos.

Entre as muitas medidas elencadas, o Governante apontou a criação de “Centros de Rastreios na RAM com a colaboração de 200 profissionais da saúde e da APM da Madeira na Madeira e Porto Santo. Exigimos testes na origem - 20 postos em Portugal inicialmente agora 45 - onde já fizemos mais de 58.000 testes 510 casos positivos”, disse.

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