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  • Foto do escritorHenrique Correia

Se fosse lá, a Empresa com sede no Diário a organizar viagem de Albuquerque abria telejornais



Élvio Sousa: "A administração pública regional não tinha meios e recursos para organizar essa viagem à Venezuela, com menos dinheiro? Ou interessava emitir os bilhetes antes do procedimento concursal, e garantir os fatos encomendados, e notícias “fofinhas"?"




Esta semana o Tribunal Administrativo e Fiscal do Funchal sentenciou, novamente, o presidente do Governo Regional da Madeira a entregar, em 10 dias, mais documentos dos GASTOS da viagem principesca à Venezuela.

A informação foi veiculada por Élvio Sousa, lider parlamentar do JPP, que promete não largar o assunto que se fosse no continente abria telejornais. E porquê? Porque a viagem foi organizada pela Rameventos, uma empresa detida pelos dois jornais diários, mas com sede nas instalações do Diário.

Élvio Sousa diz que "os “papelinhos”, numa versão combinada entre os governantes (Albuquerque e Calado) e os diretores de informação supostamente independentes, vão continuar a cair, um a um, em prol da transparência.

Estamos a fiscalizar e a escrutinar se o nosso dinheiro é eficientemente bem gasto. Sem luxos, mordomias, ilegalidades e vergonhosas promiscuidades entre entidades públicas e empresas, algumas das quais pertencentes ao universo empresarial que detém os órgãos de comunicação social.

Pergunta-se: a administração pública regional não tinha meios e recursos para organizar essa viagem à Venezuela, com menos dinheiro? Ou interessava emitir os bilhetes antes do procedimento concursal, e garantir os fatos encomendados, e notícias “fofinhas”, dentro do mesmo universo empresarial.

Vejamos: perante um escrutínio plural da comunicação social do retângulo, a notícia de que a empresa RAMEVENTOS Sociedade Unipessoal, Lda. (que ganhou o concurso para realizar a viagem de Albuquerque) é PERTENÇA do mesmo universo empresarial DIÁRIO NOTICÍAS da MADEIRA, cairia que nem uma “bomba”. Seria escrutinada ao limite, abria telejornais, fazia capas de jornais, causaria demissões".

Por aqui, na Ilha dos Amores (na versão camoniana) aconteceu alguma coisa? Ah, pois, já me esquecia, tentou-se “matar o mensageiro”!

Por aqui, parece que a reação à ética republicana, e ao escândalo das relações proibidas entre a política, a redação paga e os negócios, só é matéria de debate e de exposição no Retângulo e no Continente!

Há MEDO! Todos têm “telhados de barro”. Guardam-se muitos “cacos” no arquivo histórico.

A RAMEVENTOS Sociedade Unipessoal, Lda., já faturou, em quatro anos, e exclusivamente a entidades publicas, quase 900 mil euros, faltando acrescer o IVA.

Albuquerque teve, no limite, até a última sexta-feira para entregar as faturas dos artistas da comitiva, dos bilhetes em falta e do “desaparecimento “súbito”. Não entregou…


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