Seguro quer mais justiça com as Regiões Autónomas
- Henrique Correia

- 10 de jun.
- 1 min de leitura
Presidente da República diz haver assimetrias e defende "um novo modelo de financiamento que reflita, com mais precisão, a especificidade destas Regiões".

O Presidente da República fez alusão às Autónomias, hoje, nos Açores, no discurso relativo à cerimónia do Dia de Portugal, de Camões e das Comunidades Portuguesas, defendendo uma maior justiça para com as Regiões Autónomas, ainda a viverem assimetrias.
Antigo José Seguro diz que Portugal é maior quando há pluralidade e a unidade nacional não se faz pela uniformidade mas sim pelo reconhecimento das diferenças. Um País capaz de gerir a sua diversidade interna, tem mais capacidade para enfrentar os desafios que vêm de fora".
Para o Chefe de Estado "50 anos depois, a Autonomia não enfraqueceu Portugal, fortaleceu, criou instituições com legitimidade democrática, desenvolveu políticas adaptadas às realidades locais, gerou identidades regionais robustas que não contradizem identidade portuguesa".
Mas Seguro tem advertência para o Estado, um "convite à lucidez": os 50 anos de Autonomia revelam, também, o que ficou por fazer, as persistentes assimetrias, o custo real da insularidade que continua a pesar sobre famílias e empresas e a necessidade de um modelo de financiamento que reflita, com mais precisão, a especificidade destas Regiões".



Comentários