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  • Henrique Correia

Socialista indignado diz que Calado deixou dívida de 100 milhões no Funchal



Duarte Caldeira Ferreira: "Em 2013, Calado demorava 308 dias a pagar aos seus fornecedores, estrangulando-os com a espera. Atualmente anda na casa dos 14 dias"

Com mais 10 milhões de receitas, a Câmara do Funchal investe menos 9 milhões do que no tempo do PSD na liderança da Autarquia. Depois dos impostos da cidade crescerem 20% ao ano, na passada semana, c8m esta de hoje, no JM, Calado acumula responsabilidades na reação de socialistas, que também hoje mostraram indignação com esta aparente pré-campanha em curso por parte do vice presidente do Governo, que se vai afirmando como candidato a candidato nas próximas eleições autárquicas deste ano, e que nos últimos tempos vem atacando a liderança de Miguel Gouveia

Uma das vozes mais críticas veio de Duarte Caldeira Ferreira, presidente da Junta de São Martinho, que na sua página do Facebook, faz referência a uma "dívida que Calado deixou na CMF em 2013 - superior a 100 M€; de 2013 para cá, pagou-se cerca de 10 M€ ao ano". E neste enumerar de situações, disse mais: "Em 2013, Calado demorava 308 dias a pagar aos seus fornecedores, estrangulando-os com a espera. Atualmente anda na casa dos 14 dias! Em 2013, Calado recebia cerca de 6 M€ por ano em contratos programa com o Governo Regional. A partir de 2014 esse valor passou a ser zero! Até 2013, Calado aumentava a dívida da cidade do Funchal a um ritmo de 6 M€ por ano. Resumindo e concluindo: 6 M€ de contratos programa por ano até 2013; 6 M€ de dívida gerada por ano até 201310 M€ de dívida paga por ano a partir de 2014; Diferencial: -22 M€ por ano desde 2014". Em termos oficiais, o PS Madeira reagiu através do seu secretário-geral, Gonçalo Aguiar, dizendo que Pedro Calado tem memória seletiva: "Para os mais distraídos, entre 2005 e 2012, Pedro Calado foi vereador do executivo da Câmara Municipal do Funchal e entre 2012 e 2013 passou a ser vice-presidente da Câmara, com o pelouro financeiro e a presidência de várias empresas municipais. É durante a sua passagem pela Câmara do Funchal em 2008 que são assinados dois contratos SWAP com o BES e Barclays dois meses após a falência da Lehman Brothers, cada um no valor de 10 de milhões de euros, com duração de três anos, período durante o qual a autarquia perdeu quase um milhão de euros. Foi preciso o Tribunal de Contas realizar uma auditoria às contas da autarquia entre 2011 e 2014 [ver aqui] para detetar a existência desta operação financeira de risco elevado, feita às escondidas de todos e que se mostrou ruinosa para todos os funchalenses".

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