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  • Henrique Correia

Teófilo "repara" lota do Porto Santo com mão-de-obra da "casa" para poupar no custo


Edifício não "conhecia" obras desde 2006 e esta intervenção de fundo é assegurada por funcionários da Direção de Serviços de Infraestruturas da Direção Regional de Pescas".





Teófilo Cunha, o secretário regional de Mar e Pescas, do CDS, pode ter "inaugurado" uma nova forma de fazer obra a custos mais controlados na Administração Pública. Foi com a intervenção na lota do Porto Santo, onde não havia obras desde a inauguração da infraestrutura, em dezembro de 2006.

O governante alerta para obra feita em moldes pouco habituais na Administração Pública, numa “intervenção de fundo” para corrigir problemas relacionados com a corrosão e os anos de utilização. Os trabalhos em curso desenrolam-se em diferentes áreas do edifício.

E explica a poupança desta forma: "Todas as intervenções, remoção da cobertura, reparação das peças metálicas, pintura do edifício, substituição das caleiras e conserto da máquina de gelo, estão a cargo dos funcionários da Direção de Serviços de Infraestruturas da Direção Regional de Pescas".

Por esta razão, "a dotação orçamental prevista para esta “intervenção de fundo” é de apenas 12.365,25 euros, um valor muito baixo para o volume de trabalho, mas que tem relação direta com o facto de a mão-de-obra ser totalmente da “casa”.

A obra em si visa reparar a zona do telhado, que é das mais danificadas. Foi necessário substituir os painéis sanduiche da cobertura, as caleiras e as estruturas metálicas do edifício, que também se encontravam muito degradadas.

No caso das estruturas metálicas, algumas são totalmente novas, outras estão a ser consertadas. Num e noutro caso, precisam de trabalhos de pintura. A pintura integral do edifício é outra das fases das obras.

Uma reparação realizada no equipamento de produção de gelo, máquina que se encontrava em adiantado estado de degradação e com uma produção de 50/60 quilos de gelo por hora e 4.500 kg de armazenamento, com a reparação realizada aumenta para o dobro a capacidade de produção, melhoria que responde aos apelos da comunidade piscatória que utiliza o Porto Santo para abastecer as embarcações.



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