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Terceira fase por 415 milhões para ver se atrai empresas

  • Foto do escritor: Henrique Correia
    Henrique Correia
  • 26 de jun.
  • 2 min de leitura


Governo aumenta preço base da terceira fase do Hospital depois do anterior concurso ter ficado "deserto" por 265 milhões.





Com uma área bruta de construção superior a 172 mil metros quadrados, o novo Hospital Central e Universitário da Madeira contará com seis pisos e uma capacidade instalada de 607 camas, "constituindo uma infraestrutura moderna, tecnologicamente avançada e preparada para responder às necessidades atuais e futuras da população madeirense", refere uma nota publicada nas plataformas digitais do Governo abordando a visita do secretário regional de Equipamentos e Infraestruturas, às obras em curso.

Soube-se, entretanto, que o Governo Regional vai lançar pela segunda vez, o concurso público para a construção da terceira fase do novo hospital do Funchal, depois do anterior concurso ter ficado sem interessados. Agora, dá-se o aumento do preço base para 415 milhões de euros, são cerca de 50% (eram 265 milhões), que devem atrair interessadas que não foram "a jogo" para ver se havia aumento do preço, o que veio a acontecer.

Aqui fica, para verificação posterior, quem não foi à terceira fase. Foram convidados a apresentar propostas os seguintes agrupamentos:


- Tecnovia Madeira, Sociedade de Empreitadas SA; AFAVIAS - Engenharia e Construções, S.A; HCI - Construções, S.A.


- ETERMAR - ENGENHARIA, S.A.; CASAIS - Engenharia e Construção, S.A.


- Teixeira Duarte - Engenharia e Construções, S.A.; TDGI Tecnologia de Gestão de Imóveis, S.A.; EPOS - Empresa Portuguesa de Obras Subterrâneas S.A.


- MOTA-ENGIL, ENGENHARIA E CONSTRUÇAO, S.A.; CAPSFIL - Carlos Augusto Pinto Dos Santos &


Filhos, SA


- ACA - Alberto Couto Alves, S. A.; RIM - Engenharia e Construções, SA; OMATAPALO - ENGENHARIA E CONSTRUÇÃO S.A.


Pedro Rodrigues destacou esta sexta-feira a qualidade da execução e o rigor orçamental atingidos na segunda fase da obra do Hospital Central e Universitário da Madeira (HCUM).

Na ocasião, o governante manifestou satisfação pelo trabalho desenvolvido até à data, sublinhando que as duas primeiras fases da empreitada foram concluídas sem qualquer desvio orçamental face ao valor contratado.

Pedro Rodrigues fez ainda questão de agradecer o contributo de todas as entidades envolvidas na concretização das fases já executadas, dirigindo um reconhecimento especial às empresas de construção, às equipas de fiscalização e aos técnicos da Secretaria Regional de Equipamentos e Infraestruturas (SREI). "Agradeço a todos aqueles que até à data contribuíram para a concretização desta importante infraestrutura para a Região", referiu. “É uma obra com uma qualidade bem acima da média”. A segunda fase da empreitada, agora formalmente entregue, teve um prazo de execução de três anos e meio.


 
 
 

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