Uma "nova" Madeira: Élia pede escolta policial para recolha de lixo
- Henrique Correia

- 27 de ago. de 2025
- 2 min de leitura
"Após investigação no local e notificação dos alegados infratores, a resposta dos mesmos foram ameaças graves à integridade física e à vida dos trabalhadores", revela a CMSC.

Certamente não está nas estatísticas da Polícia, tão ao agrado das entidades para mostrarem serviço e dar a ideia de segurança. Se o crime baixou 1% é uma festa enquanto os cidadãos sentem a insegurança no que vêem e no que sentem.
Pois bem, chegou a um ponto destes:
ameaças na Nogueira levam Santa Cruz a pedir escolta policial para recolha de resíduos. Uma espécie de realidade que chegou à Madeira, ou seja o receio, o medo, de aceder a uma zona residencial.
Refere a nota da Autarquia que "depois de vários episódios de lixo mal colocado no Bairro da Nogueira, onde é recorrente serem depositados os denominados “monstros”, que devem ser recolhidos no âmbito do serviço municipal de recolha a pedido ou depositados gratuitamente no Ecocentro Municipal, a Câmara Municipal de Santa Cruz vem lamentar publicamente as ameaças à integridade física dos trabalhadores da recolha de resíduos. Uma situação que ocorre depois de várias ações de limpeza extraordinárias, que acabavam sempre com a deposição incorreta de resíduos, a qual foi, inclusive, alvo de denúncia à imprensa por parte inclusive de alguns moradores.
Desde modo, e após investigação no local e notificação dos alegados infratores, a resposta dos mesmos foram ameaças graves à integridade física e à vida dos trabalhadores da recolha de resíduos, o que levará o Município a pedir escolta policial nas próximas deslocações ao Bairro da Nogueira"
A Câmara Municipal de Santa Cruz afirma que "tudo fará para proteger os seus trabalhadores e não compactuará com o uso indevido dos locais de deposição de resíduos, muitos menos quando possíveis incumpridores, ainda ameaçam quem trabalha.
De salientar, que houve dias em que menos de uma hora depois da recolha, os locais já se encontravam conspurcados e com deposição de lixo indevida.
Apelamos a todos para o facto de que um concelho limpo não depende apenas das ações de limpeza, mas também de uma correta utilização dos locais de deposição de resíduos, a qual raramente é cumprida, com deposição de monstros na via pública, vulgo móveis, eletrodomésticos, resíduos de obras e material vário de grande porte".
Agora, é preciso que a Região saiba para onde vai. Só vendo a realidade poderá ter uma solução real. Caso contrário, a Polícia perde a "mão". Se não perdeu já.





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