top of page

Albuquerque trouxe os "feitos" do Governo nos efeitos de três crises

henriquecorreia196
há 17 minutos
2 min de leitura


Miguel Albuquerque enumera medidas do Governo e nos combustíveis diz que estão abaixo da média nacional.





O presidente do Governo Regional está na Assembleia para elencar os feitos do Governo face aos efeitos das crises. Apoios e mais apoios, a estratégia no caminho certo, e a oposição, designadamente o JPP, como alvo das respostas e do discurso mais "áspero" tanto de Miguel Albuquerque como de Jaime Filipe Ramos, o líder parlamentar social democrata. Contra a posição do JPP, que defende a redução do IVA, veio o "contra-ataque" do PSD: onde o JPP é poder, não devolve, na totalidade do permitido, o IRS às famílias".

Na intervenção que abriu o debate, Albuquerque apontou três acontecimentos que nos últimos anos afetaram o mundo, com consequências inevitáveis para a Região: a Covid19, a guerra na Ucrânia, por via da invasão russa, e a guerra no Irão. Foi na abertura do debate, na ALRAM, subordinado ao tema "A Crise Internacional, Efeitos e Consequências Económicas e Sociais na RAM".

Albuquerque enumerou um conjunto de intervenções do Governo para minimizar os efeitos, por exemplo, dos aumentos nos combustíveis, com o objetivo de garantir que "o preço máximo dos praticado na Região Autónoma ficaria abaixo da média de preços praticada no Continente português. Estas reduções significam que o Governo Regional prescindiu de um conjunto de receitas fiscais que ascenderam entre 2022 e 2025 a um total de 84 Milhões de Euros.

Em 2022, 19,5 Milhões de Euros, em 2023, 23,8 Milhões de Euros, em 2025, 15 Milhões de Euros".

Refere que neste ano de 2026, "podemos verificar que no caso da gasolina a RAM tem um preço médio praticamente inferior em 13,3 cêntimos ao do Continente e no caso do gasóleo rodoviário a RAM tem um preço médio inferior ao do Continente, em 12,5 cêntimos. No caso do gasóleo colorido tem um preço médio inferior ao Continente em 20,2 cêntimos".

O presidente do Executivo Regional lembra os apoios às empresas, aos transportes, às instituições de solidariedade social, de socorro, como forma de mitigar o problema. Tambem na dupla insularidade, que acrescenta dificuldades ao abastecimento e custos à actividade económica: "Criamos também uma compensação de 90% do custo comprovado de matérias-primas da Madeira para transformação no Porto Santo, destinada às empresas de panificação ou estabelecimentos com secção acessória de panificação e pastelaria, abarcando o período de Setembro a Dezembro de 2026 e com um limite máximo de 10.000 Euros".

Albuquerque elencou alguns números que no seu entender explicam aumentos e consequentes necessidades de intervenção fo Governo: o preço Petróleo Brent em dólares americanos, aumentou 81% entre Janeiro de 2020 e Outubro de 2026.

O Frete contentorizado (transporte marítimo de mercadorias) aumentou a nível mundial 231,8% entre Janeiro de 2020 e Junho 2026.

O custo da mão-de-obra na construção, na Região Autónoma da Madeira, aumentou 56,3% entre Janeiro de 2020 e Junho de 2026.

Os materiais de construção tiveram uma variação de preço entre 2020 e 2026, que ultrapassou tudo o que era expectável.

Por exemplo: o cobre aumentou 90,4%, o vidro 79,4%, tintas e vernizes 69,1%, o cimento 62,1%, o betão pronto 56,8%, madeira e derivados 55,5%, argamassa 55,5%, tubos de PVC 171%, isolamentos térmicos e acústicos 101% e areia 50,4%.

 
 
 

Comentários

Avaliado com 0 de 5 estrelas.
Ainda sem avaliações

Adicione uma avaliação
white.png
© Designed by Teresa Correia
bottom of page