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  • Duarte Azevedo

Anzhony Rodrigues à espera de ser reintegrado nos quadros do futebol profissional


Árbitro madeirense aguarda cumprimento de ordem do Tribunal que o beneficia 'por tabela'


O árbitro madeirense Anzhony Rodrigues, de 32 anos, deverá ser, em breve, reintegrado nos quadros profissionais da arbitragem portuguesa de futebol.

Atualmente no escalão C3, o juiz madeirense é um dos beneficiados da situação do árbitro Gonçalo Martins. Este juiz de Vila Real contestou, há dois anos, a despromoção da categoria C1 para C2, colocando em causa o método de classificação, e apresentou um recurso no Tribunal Arbitral do Desporto, instância que deu razão ao árbitro. Em Junho de 2020, o Tribunal Central Administrativo do Sul mandou reintegrar Gonçalo Martins, o que motivou um recurso da Federação Portuguesa de Futebol junto do Supremo Tribunal Administrativo que, em Dezembro, anulou a reintegração do juiz.

A decisão do Supremo Tribunal Administrativo, que não é passível de recurso, além de atirar o árbitro Gonçalo Martins, da A. F. Vila Real, para o Distrital, obrigará a uma pequena reestruturação nos quadros por parte do Conselho de Arbitragem. Onde se inclui Anzhony Rodrigues que, assim, deverá subir mais um patamar, voltando ao C2 e, portanto, a dirigir jogos da II Liga, sendo reintegrado no Grupo de Elite da arbitragem portuguesa.

Neste sentido, Anzhony Rodrigues, que, em 2020/2021, só tem apitado jogos na Madeira, da Liga Revelação, por afazeres profissionais - o que não lhe permite ficar 5 a 7 dias confinado, ao contrário do outro madeirense do C3, Pedro Viveiros -, verá, assim, a sua situação alterada uma vez que (re)entra numa estrutura profissional da arbitragem, de onde desceu em 2019/2020.

Ao que foi possível apurar, apenas uma questão burocrática está a impedir o cumprimento da ordem do Supremo Tribunal Administrativo no que toca às mexidas na arbitragem nacional.

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