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  • Foto do escritorHenrique Correia

Cafôfo dá a "cara" para 10 de março, mas "defende-se": objetivo é 2027



"Tenho consciência e o Partido Socialista tem consciência de que a situação não é igual à de há dois anos, temos agora mais dificuldades".





O cabeça-de-lista da candidatura do PS Madeira à Assembleia da República, Paulo Cafôfo, também líder do partido na Região, sentiu necessidade de responder, sem responder diretamente, a diversas críticas, umas que classificam de fraca a lista ao Parlamento Nacional, outras que lembram os compromissos interrompidos de outros desafios anteriores, designadamente na Câmara do Funchal, por ocasião da outra passagem pela liderança do PS Madeira.

Cafôfo assume este desafio, dá a "cara" por ele, mas defende-se com um discurso em que prepara o eleitorado socialista para as dificuldades das eleições nacionais. Isto porque o objetivo mesmo está apontado para as Regionais de 2027.

O candidato já está em pré campanha, como de resto acontece com os seus adversários da coligação PSD/CDS, e garante que "este é um projeto para quatro anos com o objetivo de conquistar o Governo da Região, mas até lá

há um longo percurso. Uma grande parte dos assuntos que mais influenciarão o futuro da Madeira serão discutidos na Assembleia da República. Daí a importância de apresentar "uma lista que é um valor seguro para os Madeirenses e Porto-Santenses, porque temos um misto de pessoas com experiência política, com capacidade de intervenção, mas também com juventude, irreverência e algum ativismo. Vamos dar o contributo para que Portugal não ande para trás e para que a Madeira ande para a frente".

Relativamente ao que pode vir a fazer em termos de resultados eleitorais, o cabeça de lista e Presidente do PS-Madeira afirma estar "confiante num bom resultado", mas vai alertando: "Apesar do contexto ser muito diferentes do das eleições legislativas de há dois anos, com a demissão de um governo de maioria absoluta que traz naturais dificuldades acrescidas ao Partido Socialista e com o grande crescimento que se verifica um pouco por todo o Mundo, mas especialmente na Europa, de movimentos de extrema-direita, xenófobos e populistas. "É um contexto desafiante e muito exigente e eu tenho consciência e o Partido Socialista tem consciência de que a situação não é igual à de há dois anos, temos agora mais dificuldades. Mas estamos também mais empenhados e mais determinados".



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