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  • Foto do escritorHenrique Correia

Cafôfo "puxa galões", lembra percurso e acredita que "é possível fazer melhor"



"Ao candidatar-me – e vencer – a Câmara Municipal do Funchal, mostrei haver uma alternativa e dei voz a uma imensa maioria da população inconformada".





Paulo Cafôfo, que vollta a ser candidato à liderança do PS Madeira, acaba de fazer uma publicação no Facebook onde lembra o percurso desde a vitória na Câmara do Funchal passando por derrotas e "certezas": "Não nos podemos resignar perante a perpetuação de uma política regional incompatível com o desenvolvimento integral, para toda a população".

Cafôfo olha nos olhos os militantes socialistas mas também o eleitorado em geral: "Contem com a mesma dedicação e empenho com que sempre envolvi em todas as causas, sempre de corpo e alma". E uma palavra para o atual líder: "Um abraço ao Sérgio Gonçalves pelo seu trabalho. Não é fácil fazer oposição na Madeira e o Sérgio, com a sua competência, elevação e compromisso, demonstrou na sua pessoa, a fibra de toda esta imensa Madeira que quer mudar'.

E explica a sua candidatura: "Sou candidato à presidência do PS Madeira porque acredito que é possível a mudança. Que é mesmo possível fazer melhor, construir uma alternativa sólida, que nos traga bom futuro a todos os madeirenses e porto-santenses. E sei que o PS Madeira tem a capacidade de o fazer, unindo as vontades de todos aqueles que não se resignam".

O candidato que presentemente é secretário de Estado das Comunidades lembra que "há dez anos iniciei um percurso que mudou a minha vida para sempre. Ao candidatar-me – e vencer – a Câmara Municipal do Funchal, mostrei haver uma alternativa e dei voz a uma imensa maioria da população inconformada com o regime que sempre governou na Região.

Desde então, esse caminho levou-me a vitórias, derrotas e duas grandes certezas. Que não nos podemos resignar perante a perpetuação de uma política regional incompatível com o desenvolvimento integral, para toda a população, e que é possível uma outra forma de governar a Região Autónoma da Madeira, com respostas aos problemas dos madeirenses e porto-santenses, olhando-os nos olhos, com humildade, honestidade e proximidade"

Cafofo escreve que "não nos iludamos. Por mais multipartidário que possa parecer o governo regional, um albergue espanhol que soma interesses à velocidade dos ciclos eleitorais, a cor vai ser sempre a mesma.

Assim como será sempre igual o resultado das suas políticas, afastando a população que devem servir de um futuro melhor, cavando fossos, escondendo a pobreza, condenando os nossos jovens ao peso de dívidas e à precariedade".


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