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  • Henrique Correia

Cafôfo vai ao congresso do PS pedir soluções para a Região


"Só uma economia forte permite uma sociedade inclusiva, não discriminatória, e que reduza assimetrias".


O PS Madeira analisou, na Comissão Política Regional, a Moção Sectorial ‘Estados Gerais da Autonomia’ quanto aos princípios e compromissos que a estrutura regional quer ver aprovados a nível nacional, no principal órgão político do PS, dando destaque e legitimidade política para que o Governo da República possa solucionar diversas questões que o PS Madeira considera fundamentais para a futura sustentabilidade económica e financeira da Região.

Paulo Cafôfo traçou as linhas gerais da moção, como refere uma nota do partido, que apresenta os desafios atuais da Região, agravados pelos efeitos económicos e sociais trazidos pela pandemia à Madeira e ao Porto Santo, que “implicam rigor, competência e coragem política” para a concretização de mudanças estruturantes, que conduzam a um necessário “novo ciclo de desenvolvimento, sustentado na dinamização da economia, na criação de emprego, aposta na qualificação da população, na inovação e tecnologia e em políticas e projetos que tenham sempre em conta a sustentabilidade ambiental e social”.

Para isso, o PS Madeira propõe uma mudança de paradigma para uma estratégia de desenvolvimento de “uma Região Autónoma da Madeira cada vez mais forte e sustentada”, onde “só uma economia forte permite uma sociedade inclusiva, não discriminatória, e que reduza assimetrias entre todos aqueles que a compõem, garantindo uma sociedade mais justa, equitativa e equilibrada”, aponta.

Para Paulo Cafôfo, “importa discutir que futuro queremos para a Autonomia, os desafios que temos pela frente, o caminho a trilhar e as prioridades que devemos desenvolver. A discussão da Autonomia não se pode esgotar em burocracias legislativas. Importa discutir como aperfeiçoar os instrumentos autonómicos que as regiões autónomas têm ao seu dispor e como podemos avançar em áreas onde, ao contrário de outras regiões do país, ainda não conseguimos atingir objetivos de desenvolvimento em áreas como a educação, igualdade e desenvolvimento social”.

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