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  • Foto do escritorHenrique Correia

Calado admite: a construção de casas tem sido para o mercado médio e médio alto




Presidente da Câmara do Funchal aponta para a importância do ressurgimento das cooperativas de habitação.



O presidente da Câmara do Funchal defendeu hoje o Simplex com agilização de licenciamentos e sistema fiscal favorável para responder ao problema da habitação, bem como o ressurgimento das cooperativas de hahabitação.

Pedro Calado disse, finalmente, o que os políticos têm vindo a ter dificuldade de admitir: que "a oferta que tem aparecido destina-se a um mercado médio e médio-alto, daí que o PRR  e o 1º Direito sejam importantes para a construção de habitação social e a custos controlados, sendo "exactamente esse o trabalho" que está a ser feito "neste momento", lembrando ainda a importância do ressurgimento das cooperativas de habitação.


Pedro Calado mostrou-se "preocupado" com as medidas do Governo da República para a habitação por julgar que vai ter o efeito contrário, isto é, "vai dificultar o acesso à habitação, como não vai criar um estímulo de confiança aos investidores e aos promotores imobiliários, que vão deixar de investir com o ritmo que era necessário e a escassez de imóveis vai naturalmente aumentar o preço das casas".

A medida vai ter o efeito "contrário" ao que pretendia o Governo da República, reafirmou, já se notando "no clima de instabilidade", também "legislativa", que se verifica no mercado com a subida de preços dos "imóveis" que presentemente já se verifica, por não haver construção suficiente. "Se há menos imóveis para serem transacionados, o preço daqueles que existem aumenta".


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