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Chafariz inativo, lagoa vazia e jardins degradados

Foto do escritor: Henrique Correia
Henrique Correia
14 de ago.
1 min de leitura


Raimundo Quintal aborda aspetos de degradação na cidade e defende que os munícipes devem exigir à Câmara mais e melhor trabalho no terreno".






Raimundo Quintal, investigador, professor e defensor das questões ambientais, veio a público abordar a situação de "desleixo" em que se encontra o chafariz do Largo da Restauração, que "está inactivo desde o início do Mundial de Futebol", e a

lagoa do Jardim Municipal, que "está vazia há várias semanas e no riacho a montante as águas putrefactas escondem-se na densa vegetação".

Raimundo escreve que "o mosquito da dengue (Aedes aegypti) tem ali um excelente criadouro. Não consigo ficar calado perante a degradação dos parques, jardins e outros espaços públicos da minha cidade. Os munícipes do Funchal, especialmente os pagadores de impostos, devem exigir à Câmara mais e melhor trabalho no terreno.

A indiferença é uma das principais causas da morte dos jardins, da decadência das cidades".


 
 
 

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