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  • Foto do escritorHenrique Correia

Confiança "lamenta mercados municipais à deriva"



"As crescentes queixas sobre a indisponibilidade do atual executivo em receber trabalhadores e mercadores são alarmantes".




A Equipa de Vereação da Confiança na Câmara Municipal do Funchal expressa "profunda preocupação e lamento perante a atual situação de vazio e instabilidade vivida na Divisão de Mercados Municipais, integrada no Departamento de Economia, Turismo e Mercados. A falta de liderança efectiva, aliada a uma série de problemas operacionais, reflete um cenário desafiador para os trabalhadores e para os concessionários dos espaços dos mercados municipais, particularmente em época natalícia, altura em que se aproxima o pico de trabalho anual".

Assim, a Confiança apresenta quatro pontos de preocupação que têm contribuído para que os Mercados Municipais se encontrem à deriva e praticamente abandonados depois do actual executivo ter lhes prometido “o céu na terra”.

1. Instabilidade na Liderança

A Divisão de Mercados enfrenta um período de instabilidade preocupante, tendo sido liderada por três pessoas diferentes apenas na primeira metade deste mandato. Actualmente, encontra-se há seis meses sem chefia, o que contribui para a falta de direção e coordenação no desempenho das suas funções.

2. Dificuldades de Recrutamento e Ambiente de Trabalho Desfavorável

A saída voluntária de vários chefes de divisão e diretores de departamento desta área evidencia um ambiente de trabalho desfavorável, que o atual executivo tenta, de forma atrapalhada, esconder. A Confiança também sabe que o actual executivo está a ter imensas dificuldades de recrutamento para dirigir esta unidade orgânica, somando-se já várias recusas à proposta para assumir este cargo.

3. Abandono dos Trabalhadores e Concessionários

Trabalhadores e responsáveis pelas entidades concessionárias dos espaços dos mercados municipais têm sido votados ao abandono. A falta de liderança reflete-se na ausência de resolução para os problemas reportados, tais como a necessidade de limpeza, promessas contratuais não cumpridas, falta de segurança e a necessidade de melhorias nas condições de trabalho.

4. Indisponibilidade do Executivo e Falta de Diálogo

As crescentes queixas sobre a indisponibilidade do atual executivo em receber trabalhadores e mercadores são alarmantes. A falta de diálogo e a ausência de ações concretas para resolver as questões apresentadas contribuem para um clima de descontentamento e desconfiança.



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