"Confissão" da presidente do IDR é "grave"
- Henrique Correia

- há 19 horas
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Filipe Sousa diz que "o PRR acabou por ficar ao serviço do regime". A presidente do IDR disse que "a saúde, a habitação e o apoio social foram as áreas mais penalizadas na execução do PRR".

A presidente do IDR, o Instituto de Desenvolvimento Regional, reconheceu, em declarações ao JM, que "a saúde, a habitação e o apoio social foram as áreas mais penalizadas na execução do PRR". Uma "confissão" que o deputado único do JPP na República, Filipe Sousa, considera "grave".
O parlamentar escreve, no habitual ponto de ordem, no Facebook, que
"enquanto milhões de euros foram canalizados para projetos concentrados na administração regional e para as habituais entidades próximas do poder, ficaram para trás as prioridades que realmente mudam a vida das pessoas: mais casas, melhores cuidados de saúde e respostas sociais para quem mais precisa".
Para Filipe Sousa "o Governo Regional de Miguel Albuquerque quis açambarcar, de forma gananciosa, praticamente todas as verbas do PRR, recusando uma verdadeira parceria com os municípios através de contratos-programa que permitissem executar investimentos onde eles fazem mais falta. O resultado está à vista".
O deputado lembra que "os municípios, que conhecem os problemas no terreno, ficaram de mãos atadas. E quem pagou esta opção política foram as famílias, os jovens à procura de casa, os idosos, as pessoas mais vulneráveis e todos os que esperavam melhores serviços de saúde. O PRR era uma oportunidade histórica para transformar a Madeira. Mas, para este Governo, parece ter sido mais importante controlar o dinheiro do que resolver os problemas das pessoas".
A própria execução do PRR veio agora confirmar aquilo que o JPP tem denunciado desde o primeiro dia: o PRR acabou por ficar ao serviço do regime, quando deveria estar ao serviço dos madeirenses".



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