"Depois de ouvir a “easyjet” e Eduardo Jesus, termino carreira de economista".
- Henrique Correia

- há 6 minutos
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Miguel Sousa reforça contestação ao secretário regional do Turismo, com a tutela dos transportes aéreos, que está debaixo de fogo. Dentro e fora do partido do Governo, o PSD-M.

Depois da saída de Jorge Carvalho, ainda naquela dúvida se a Região perdeu um bom secretário regional da Educação e ganhou um presidente de Câmara assim, assim, que dá sempre a ideia de menos bem "encaixado" na função, eis que Miguel Albuquerque nunca imaginou que o segundo número dois, o secretário regional do Turismo, Eduardo Jesus, fosse protagonista, não por ser número dois e em tempos indicado como possível líder de transição no Governo, se Albuquerque fosse obrigado a sar, mas por "patinar" na Mobilidade, nas veredas, agora contra o teto máximo das viagens dos residentes, sentado-se ao lado da easyJet, que coincidentemente tem a mesma opinião com caráter de desgraça a caminho do transporte aéreo na Madeira.
Eduardo Jesus sempre foi um secretário em foco, sempre com garantia de comunicação assente num matutino de eleição, que no entanto tem sido insuficiente para estancar as críticas de que tem sido alvo. A comunicação a papel, até pelo papel que faz, "asfixia" lentamente na forma e no conteúdo. Logo, tem menor eficácia.
Mas o secretário do Turismo, que viu ser acrescentado o Ambiente aos pelouros, está também a ser alvo de declarações por parte de alguns militantes e simpatizantes do PSD-M. Uns mais discretos, outros mais "afoitos" no politicamente incorreto. Como o antigo vice presidente da Assembleia e do Governo, Miguel Sousa, que fez uma publicação, curta mas forte: "Depois de ouvir a “easyjet” e Eduardo Jesus, termino carreira de economista".



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