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  • Henrique Correia

Estanislau acusado de atirar pedra para o carro de Jaime Gouveia convoca Assembleia


Estanislau Barros diz que se socorreu "em termos de defesa pessoal, de todos os mecanismos ao abrigo da lei para defender a minha integridade física e o meu bom nome, deixando nas mãos da justiça o desfecho legal deste episódio"



O União tem vivido sido uma "fonte" de problemas que se eternizam e provocam instabilidade. O último episódio foi relatado pelo vice presidente demissionário, Pedro Araújo, que na sua página do Facebook acusa o presidente da Assembleia Geral do clube, Estanislau Barros, de ter arrenessado uma pedra ao carro de Jaine Gouveia, ontem no complexo desportivo do clube.

Pedro Araújo escreve: "Estou absolutamente incrédulo e em choque! Regresso do Complexo Desportivo do União da Madeira, onde foi arremessada pelo presidente da AG, Estanislau Barros, uma pedra de dimensões consideráveis contra o carro do Jaime Gouveia. Se a pedra entrava pelo vidro do meu lado, para onde a mesma foi arremessada, não sei o que poderia me ter acontecido! Nunca vivi nada semelhante e estou realmente atordoado com isto! Não sei se tenho condições para continuar na AD União da Madeira depois deste triste episódio. O meu agradecimento ao Ze Pedro Alves e ao Pedro Nobrega, nossos treinadores que aguardaram connosco a chegada da PSP ao local!".

Hoje, Estanislau Barros reagiu sem referir, objetivamente, o episódio específico da pedra. E anunciou, para breve, a convocação de uma Assembleia Geral.

No comunicado, Estanislau refere que "para os devidos efeitos, venho por este meio tornar público, em relação às acusações graves e infames que me são conferidas nas últimas horas por dois elementos que não classificarei. Recuso assim prestar qualquer declaração que alimente ainda mais o clima de guerrilha instituído no seio 

desta instituição centenária que tenho a honra de fazer parte. 

Tendo para o efeito e em termos particulares, socorrido em termos de 

defesa pessoal, de todos os mecanismos ao abrigo da lei para defender a 

minha integridade física e o meu bom nome, deixando nas mãos da justiça o 

desfecho legal deste episódio".

Face a esta situação, Estanislau Barros diz que "em relação às funções que ocupo e respectivas obrigações, tendo em conta 

todos os desenvolvimentos dos últimos meses no Universo União da Madeira e após todas as informações caluniosas, infames e indignas, que têm sido levadas por gente pouco séria e decidida a fazer um “assalto ao poder”, decidi, ao abrigo das funções que me foram conferidas pelos sócios do Clube de Futebol União, e depois de oscular em reunião de carácter de urgência os órgãos sociais do clube, convocar uma ASSEMBLEIA GERAL do Clube de Futebol União, de forma a que seja devolvida a normalidade à instituição, devendo o seu anúncio ocorrer de 

imediato."

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